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cosplayer brasileira mandando ver

O blogueiro Danny Choo está realizando a segunda edição do “Otacool“, uma espécie de campeonato mundial de cosplay. Gente do mundo inteiro envia fotos e as melhores – e mais votadas/comentadas – faturam o título. É coisa pra cosplayer profissa, pela ‘ficha técnica’ de cada foto dá pra ver que é uma galera que na média pratica cosplay há mais de 5 anos, muitos inclusive participando o circuito mundial de festivais/feiras/expos dedicadas ao tema. Muita gente da Ásia, é claro, mas também muitos europeus e norte-americanos e…. sim, tem brasileiro em tudo que é canto e é claro que no mundo do cosplay não poderia ser diferente. Os brasileiros aliás costumam fazer bonito, como é o caso por exemplo da paulistana Thaís Yuki (foto acima), que viaja o mundo mostrando suas produções (e interpretações) e que corre um sério risco de terminar o mês no pódio do Otacool desse ano. Se empolgou e quer tirar do baú aquela fantasia de Jaspion do carnaval de 2003? Ainda dá tempo, as inscrições ficam abertas até dia 14 de fevereiro. (galeria com 20 e tantas fotos na continuação do post →) (mais…)

Este post foi publicado em segunda-feira, fevereiro 8, 2010 às 2:34 pm, na(s) categoria(s) aldeia global e tagueadas com , , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Música com DNA

E se fossse possível misturar algumas informações no áudio de um MP3, de maneira que não apenas o equipamento que esteja tocando o arquivo, mas todo e qualquer equipamento que esteja “escutando” o áudio em questão, consigam decodificar essa informação e usá-la para tornar ainda mais rica e interativa a experiência de se ouvir música? É o que a empresa alemã Bach Technologies resolveu tentar fazer, com seu sistema batizado de Music DNA. Informações como nome da música, do intérprete, do selo ou gravadora, do tom da música, do clima (triste, alegre, melancólico?) ou qualquer outra informação relevante, até mesmo a letra inteira da música em questão, poderão ser codificadas *no* áudio, mais ou menos como a tecnologia da “marca d’água” em arquivos de imagens, em que as informações ficam codificadas no código bruto que diz que pixel vai ser de qual cor. Também como essas marcas d’água, invisíveis ao olho humano mas decodificáveis por softwares, as informações codificadas em forma de MusicDNA serão inaudíveis, mas decodificáveis via software. E qual será a utilidade disso tudo? Impossível de precisar apenas uma, tantas são as perspectivas. Se a música que você estiver ouvindo no seu celular, por exemplo (mais…)

Este post foi publicado em sexta-feira, fevereiro 5, 2010 às 4:26 pm, na(s) categoria(s) musica, tecnologia e tagueadas com , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Lo-Fi-Fnk

Lo-Fi-Fnk é uma dupla vinda da Suécia. É a trilha sonora desta sexta-feira.

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futebol élétrico

Sabia que a cada 4 pessoas do mundo, uma vive sem nenhum acesso à energia elétrica? É isso mesmo, segundo um recente relatório da ONU 25% da população mundial ainda vive sem luz, mais de 200 anos depois da revolução industrial. Nessas comunidades, enquanto solução provisória, o ideal seria ter como “recolher” a energia contida em outras coisas e lugares (energia solar, eólica, hidráulica e por aí vai) mas os equipamentos que tornam isso possível custam caro. Mas… peraí? Em todo e qualquer canto desse mundo, seja rico ou seja pobre (e principalmente nas comunidades mais populares) sempre vai ter um grupo de moleques ou marmanjos improvisando uma pelada, não vai? E pra chutar a bola de um lado pro outro gasta-se energia, né? Não à toa todo mundo volta cansado pra casa. E se a bola fosse mágica e conseguisse armazenar a energia dos chutes, pra que à noite ela fosse usada pra recarregar celulares, manter lampadas acesas e por aí vai? Aposto que deve ter sido mais ou menos esse o raciocínio que levou o grupo de estudantes da Harvard University nos EUA  a ter a idéia da Soccket, uma bola de futebol capaz de fazer exatamente isso que eu falei. Mais ou menos no estilo do que a roda de bicicleta Copenhaguen faz. A Soccket ainda tá em desenvolvimento, por enquanto ainda é um protótipo, mas tudo leva a crer que será comercializada em breve. Muito provavelmente vai ser na base do “compre uma e doe outra”, sendo vendida enquanto brinquedo modernoso nos países desenvolvidos, e com isso bancando a distribuição gratuita nos países mais necessitados.

Este post foi publicado em quinta-feira, fevereiro 4, 2010 às 7:05 pm, na(s) categoria(s) aldeia global, tecnologia e tagueadas com , , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



áfrica cyberpunk

Um Sol de rachar, guetos bem pobres e outros de classe média-baixa, tecnologia na base do improviso e do “vâmu tentar fazer alguma coisa com o pouco que a gente tem” e um caldeirão étnico de muitas cores misturadas e mil e uma influências culturais a serem re-processadas à moda local. Eu poderia muito bem estar descrevendo os fatores que possibilitaram o surgimento do funk carioca na segunda metade dos anos 80, mas na verdade estou traçando as origens do zef rap-rave, estilo musical Sul Africano de certa forma primo do nosso funkão. Musicalmente é batidão, rap cantado numa mistura (quase) ininteligível de inglês com afrikander, timbres de música eletrônica européia, suíngue rasteiro de Miami Bass. Esteticamente é uma coisa meio Mad Max, meio anos 80 e 90, meio cyberbunk.

Pra entender tem que ouvir, e uma ótima amostra é o Die Antword. “Ninja” é o nome do vocalista, “Yo-Landi Vi$$er” (que se auto-intitula “fre$h, futuristik rich bitch”) é MC e também vocalista, o trio se completando com o “DJ Hi-Tek”. Os três são brancos, vêm do mesmo subúrbio de classe média-baixa da Cidade do Cabo e se tornaram superstars dos bailes de periferia e festivais musicais Sul Africanos. Por enquanto eles só tem um clipe, pra música “Enter the Ninja”, engraçada e sombria ao mesmo tempo. O vídeo abaixo é uma entrevista/amostra da próxima música/clipe “Beat Boy”, que dá pra ouvir inteira nesse blog aqui, que aliás fica hospedado no Zaire. Se o filme Distric 9 já tinha nos dado em 2009 uma boa noção da atual faceta “megalópole cyberpunk” da Africa do Sul, o Die Antword explica de vez. A meio caminho entre o Ocidente e o Oriente, riqueza e pobreza lado a lado (alguma semelhança com nosso Brasil?) e a tecnologia dando várias reviravoltas por minuto nisso tudo. Não deixe de dar uma olhada no site do trio, cheio de ótimas fotos e, uma vez no site, não deixe de clicar no item “secret chamber” do menu, que te leva pra uma espécie de quarto secreto do castelo de Die Antwoord, onde cada rosto te mostrará um video diferente, um mais sinistro do que o outro…

Este post foi publicado em quarta-feira, fevereiro 3, 2010 às 3:21 pm, na(s) categoria(s) aldeia global, cultura urbana, musica e tagueadas com , , , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Filmando por todos os lados

O caminho natural das coisas: engenheiros, cientistas e inventores se encarregam de fazer a tecnologia avançar cada vez mais; pra que logo em seguida artistas e criativos em geral se apropriem desta nova tecnologia e a usem pra dar forma à novas estéticas e proposições. É o caso por exemplo das câmeras que filmam em 360°, originalmente criadas para serem usadas como câmeras de segurança, capazes de vigiar um ambiente inteiro, monitorando todos os lados ao mesmo tempo – mas que agoram começam a ser usadas para a criação audiovisual, como por exemplo nesse clipe da banda francesa “Merlot”. E os caras foram além: não apenas usaram a câmera 360° – que normalemente é posicionada no alto, pra filmar tudo o que está embaixo dela (que é o caso por exemplo desse clipe do Hot Chip) – mas a usaram com aquele equipamento que prende a câmera ao corpo de quem está filmando, mais ou menos na altura da cintura. O resultado é muito interessante!


Este post foi publicado em segunda-feira, fevereiro 1, 2010 às 5:01 pm, na(s) categoria(s) inspiração, musica, tecnologia e tagueadas com , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Logorama

Logorama é um curta-metragem de animação feito por uns caras da agência de design (e de filmes publicitários) H5, em que praticamente todos os elementos e personagens são logotipos de marcas, produtos e corporações multi-nacionais. Não deixa de ser uma crítica à sociedade de consumo, onde as marcas e produtos – com toda sua simbologia – acabam ganhando uma importância enorme na vida de um indivíduo. Não deixa de ser uma certa ironia da vida que esta “crítica” parta justamente de uma agência cujo ganha pão é vender e alimentar ainda mais todas essas marcas e simbologias, mas enfim, a animação é bem legal, dá pra ver que eles tem conhecem muito bem o assunto. Abaixo trata-se do trailer, a versão inteira (que tem 16 minutos) vocês vão achar aqui.


Este post foi publicado em sexta-feira, janeiro 29, 2010 às 6:39 pm, na(s) categoria(s) aldeia global, inspiração e tagueadas com , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



google anuncia

O ganha pão do Google – desde que a empresa foi criada – sempre foi a venda de espaço publicitario. Produtos gratuitos que mostram anuncios aqui e ali, você clica em um, o anunciante paga por clique, o Google embolsa milhões. Foi com certo estranhamento então que vi a campanha publicitaria do Google Chrome, que é apenas online em um monte de paises, mas que em três – sendo a França um deles – também foi executada em midia impressa. Encarte nos principais jornais, pagina dupla de revista e muitos, mas muitos outdoors no metrô e nas principais estações de trem. Google gastando os tubos pra anunciar um produto que é gratuito? Pois é, à primeira vista é algo bastante suspeito, mas os caras não são bobos, é claro que a (grande) empreitada tem uma razão de ser: a partir de maio a Microsoft sera obrigada – decisão judicial e pelo o que entendi mundial – a fazer com que um usuario do Windows, ao instalar o sistema operacional (ou quando comprar um computador novo e que for conecta-lo à Internet pela primeira vez) seja consultado sobre qual navegador de Internet vai preferir usar. Internet Explorer, Firefox, Chrome ou Opera? Vai ser mais ou menos nesses termos. E é claro que o Google quer que seu Chrome seja um nome suficientemente conhecido das massas pra que na hora H seja ele o escolhido . Levando em consideração que a onipresença do Internet Explorer se deve ao fato de que o Windows ja vem com ele instalado, nunca tendo havido uma real opção por parte do usuario, é bem provavel que a soberania do navegador da Microsoft termine 2010 ja bem abalada. (mais…)

Este post foi publicado em terça-feira, janeiro 26, 2010 às 12:13 am, na(s) categoria(s) cybercultura e tagueadas com , , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Reinventando a roda

A primeira vista parece até uma roda de bicicleta normal, o centro um pouco protuberante sendo a única eventual pista de que estamos diante de um artefato revolucionário: a roda Copenhaguen, não apenas capaz de guardar uma boa parte da energia produzida pelas pedaladas (pra depois usá-la pra dar um gás nos momentos em que houver necessidade) mas também serve estar em contato com seus amigos, gerenciar os dados relativos ao esforço físico e até mesmo estar informado sobre as condições do trânsito. O tal miolo protuberante nada mais é do que uma central eletrônica, dotada de micro-processadores e da tecnologia KERS (Kinetic Energy Recovery System, “sistema de reserva de energia cinética”), que anos atrás começou a ser usada na Fórmula 1, aliás mudando da água pro vinho a performance dos carros de corrida. No momento em que a bicicleta estiver freando, este sistema conseguirá absorver a energia cinética gerada pela velocidade do movimento, a armazenando numa bateria. Uma (pequeníssima) parte desta energia será usada para alimentar o micro-computador responsável pelas funções de dados (trânsito, conexão internet, etc) e todo o resto poderá ser usado para a tração da própria roda, ajudando o ciclista a subir uma ladeira ou a acelerar quando preciso. É bem provável que tenham batizado a roda de Copenhaguen em referência direta ao recente congresso sobre o meio-ambiente, sem é claro saber que ele seria um grande fracasso. De qualquer forma, trata-se de um projeto promissor, veja esse video do fabricante demonstrando o produto.

Este post foi publicado em segunda-feira, janeiro 18, 2010 às 12:49 pm, na(s) categoria(s) tecnologia e tagueadas com , , , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Fazendo no saco

É desanimador saber que apesar do tanto que o mundo se desenvolveu ao longo das ultimas décadas, cerca de 40% da população mundial ainda não tem acesso a um banheiro. E que a cada 15 segundos tem uma criança no mundo que morre por conta de ter bebido água contaminada (olhe pro relógio e faça as contas!). É mais do que evidente então a importância e o potencial de uma iniciativa como a dos suecos que desenvolveram o Peepoo, um saco plástico biodegradável para armazenar as fezes e a urina. Um “banheiro” portátil e ecológico: o saco é recoberto por uma camada interna de uréia (um desinfetante natural) que descontamina por completo os dejetos e que garante que não haja odor durante as primeiras 24 horas. Depois é só enterrar o Peepoo, ou melhor ainda, armazená-los em algum lugar, pois depois de 1 mês toda a matéria orgânica contida no saco, graças às reações quimicas e à descontaminação, se transforma em um excelente adubo pronto pra ser usado na agricultura.

Este post foi publicado em quinta-feira, janeiro 14, 2010 às 11:52 pm, na(s) categoria(s) aldeia global e tagueadas com , , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



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