Nada se perde, nada se cria? Ao longo dos últimos 40 anos, dos Beatles a Lady Gaga, de Beyoncé a Green Day, uma boa parte das música pop ganhou milhares de dólares fazendo músicas com os mesmos 4 acordes, sem que ninguém tenha notado a farsa. Teoria do complô? A banda humorística australiana “Axis of Awesome” prova que não.
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Como teria sido o rosto do Michael Jackson caso não tivesse feito as mil e uma plásticas? Em 1985 a revista norte-americana Time fez uma matéria sobre “qual será a cara das estrelas da música e do cinema no ano 2000″. A matéria surfava na (primeira) onda das simulações de envelhecimento feitas por computador, os primórdios do Photoshop. Uma dessas estrelas da matéria era Michael Jackson, que na época tinha vinte e poucos anos e que, já com quarenta anos no ano 2000 imaginado pela revista, pareceria com isso aqui.

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Não tinham dito que o rock tinha morrido? Que a música eletrônica teria tomado seu lugar nos iPods – e corações – da juventude de hoje? O fim das jóias musicais feitas pura e simplesmente de guitarra, baixo e bateria. Mas…. onde termina o rock e onde começa a música eletrônica? Difícil dizer. Pois em todo canto do mundo, e especialmente no Reino Unido (pra variar!) pérolas rock continuam sendo produzidas, rock de hoje, melhor do que nunca. Two Door Cinema Club é uma banda irlandesa de rock, que começou apostando na trinca guitarra, baixo e bateria….. eletrônica. Deu muito certo, assinaram com um selo e acabaram de lançar o primeiro disco, chamado “Tourist History”. Enquanto isso o guitarrista resolveu começar a tocar bateria acústica em algumas das músicas, no que o vocalista assumiu também a guitarra. Tem regra? Contanto que a música seja boa, tá valendo. E como diz o nome dessa música, uma das melhores do disco aliás, “Something good can work”, e eles são a prova viva disso. Em breve nas festinhas de apartamento mais próximas de você.
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