
Uma empresa norte-americana especializada em vender sementes de cogumelos e plantas de jardim criou uma caixa de papelão mais do que ecológica: além da Life Box ser feita de papelão reciclado, o que contribui para a redução da energia e dos recursos naturais gastos em sua produção, ela ajuda a dar vida a novas plantas. Como? As ranhuras internas da estrutura do papelão estão repletas de sementes, quem recebe a encomenda nessa caixa terá como único trabalho rasgar a caixa e plantar os pedaços num pedaço de terra.
This entry was written by , posted on quarta-feira, julho 21, 2010 at 12:52 pm, filed under inspiração and tagged ecologia, embalagem, EUA. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Você já ouviu falar em “matchmoving”? É uma técnica de edição digital de vídeo que torna possível mesclar elementos de computação gráfica a um material filmado, de maneira que as perspectivas e ângulos de um se adaptam perfeitamente ao movimento da câmera e das imagens do outro. O vídeo acima é de autoria do artista gráfico Andreas Heikaus, mais precisamente seu trabalho final pra faculdade de “Applied Science and Art” na universidade de Hannover, Alemanha.
This entry was written by , posted on terça-feira, julho 20, 2010 at 2:29 pm, filed under cybercultura, inspiração, tecnologia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Esqueceu o guarda-chuva no metrô? Ainda que as chances de encontrá-lo sejam pequenas, não custa nada ir dar uma olhada nos Achados e Perdidos. Mas e se o objeto em questão foi perdido na rua? Como entrar em contato com quem achou (e vice-versa)? Tomara que dê certo a proposta do Findbase, um site finlandês que usa a tecnologia Google Maps pra criar um serviço de achados e perdidos adaptado à nosssa época. O intuito do site é ajudar esquecidos do mundo inteiro a encontrar o que perderam, seja o que for, de guarda-chuva a chaves de carro, de animais de estimação que fugiram a objetos que cairam do bolso dentro do taxi. A coisa funciona assim: quem achou um objeto vai ao site e criar no mapa uma “geotag”, que vai descrever o objeto e marcar o local/data exatos onde ele foi achado. Dá até pra incluir uma foto. Mesma coisa pra quem perdeu: você pode ir no mapa e marcar um anuncio de “procura-se” no local exato onde acha que perdeu.
O Findbase também funciona como intermediário pra quem quiser oferecer uma recompensa a quem encontrar o objeto em questão, sendo que essas transações financeiras acontecem no proprio site, usando um sistema de créditos. E mesmo se não houver recompensa oferecida, ainda assim quem acha sai no lucro: além do prazer de ter ajudado alguém, quem “achou” ganha 5 créditos a cada vez que posta um objeto encontrado. Quem tá procurando, paga 20 créditos (cerca de 1 euro) pra postar o anúncio de “procura-se”. O Findbase tá em versão beta desde maio, e já tem listas de objetos achados em tudo que é canto do mundo.
This entry was written by , posted on quinta-feira, julho 15, 2010 at 5:50 pm, filed under aldeia global, cybercultura and tagged mapas, redes sociais. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Vi um trailer que me deixou bastante curioso. Trata-se de um filme espanhol, de ficção científica (o que por si só já é uma surpresa) chamado “Eva“. A história se passa no ano 2041 e é sobre a amizade entre duas meninas, sendo que uma delas é um robô. Estréia em dezembro na Europa, tomara que passe no Brasil!
This entry was written by , posted on terça-feira, julho 13, 2010 at 6:07 pm, filed under cybercultura. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Todo ano cerca de 1,5 milhões de bicicletas são furtadas em todo o mundo. Boa parte dos fabricantes de quadros (de bicicleta, é claro) já imprimem números de série em seus produtos e em alguns países é possível “inscrever” o número da sua bicicleta numa base de dados da polícia, para que depois seja menos difícil (tentatem) localizá-la em caso de roubo – mas enfim, soluções que só funcionam localmente, na jurisprudência da polícia em questão. É aí que entra o site/serviço MyBikeNumber, uma iniciativa alemã que propõe um sistema mundial de registro de bicicletas, uma espécie de número de indentidade único, válido em todo o planeta. É de graça e é possível registrar tanto a bicicleta inteira quanto apenas determinadas peças. O primeiro passo é fornecer o número de série do quadro, que bem ou mal é o “coração” da bicicleta. Em seguida o dono da magrela fornece fotos que são adicionadas ao seu perfil e que vão servir para facilitar a identificação. Já é o suficiente para que o site forneça um código de barras do tipo QR Code que poderá ser adesivado na bicicleta. Em caso de furto o dono da bicicleta pode declará-lo no site, no que seu futuro comprador poderá checar – antes de comprá-la – se a bicicleta em questão na verdade foi roubada de alguém. A partir do momento que todo dono de bicicleta adesivar a sua com um código de barras e todo comprador de bicicleta de segunda mão exigir que ela esteja adesivada, vai ficar bem mais complicado pros ladrões de bicicleta conseguirem desovar o que furtaram.
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Sia é uma australiana de trinta e poucos anos que já cantou pra bandas como Zero7 e que já emplacou algumas músicas em séries de TV norte-americanas. Eis que em 2010 ela lança mais um album solo e pronto: durante este mês de julho nenhuma festinha dançante de apartamento será efetivamente legal sem a música “Clap Your Hands”, cujo clipe trago pra vocês. Sia é pura simpatia e esse clipe é puro bom humor.
This entry was written by , posted on sexta-feira, julho 9, 2010 at 2:13 pm, filed under musica and tagged australia, festa, pop, sia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Tela touch-screen é coisa do passado, a onda agora é controlar as coisas por telepatia. Ok, a tecnologia ainda está num estágio inicial, mas não é mais coisa de filme de fição científica. Dá pra fazer e já tem gente queimando a mufa pra que em breve seja possível controlar eletro-eletrônicos sem as mãos. Pra quem quiser saber mais a respeito, pesquisem sobre Arduino, uma tecnologia open source criada para ser a interface entre as maquinas e os dispositivos que usamos para controlá-las. Tem sido bastante usada na robótica, procure no Youtube por “arduino” e você vai ver um monte de experimentos interessantes de robôs controlados remotamente. No caso do controle via telepatia, trata-se de um sensor que capta as ondas cerebrais e que transmite – sem fio – a uma interface Arduino plugada num laptop (por exemplo). É o caso da experiência feita por um canadense, que consegue ligar e desligar sua TV usando apenas o pensamento. No video abaixo, um helicóptero de brinquedo controlado também por telepatia:
This entry was written by , posted on quarta-feira, julho 7, 2010 at 12:03 pm, filed under tecnologia and tagged arduino, robotica, telepatia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Lembra que no final de 2008 eu tinha falado de “desaceleração” aqui no blog? Pois então, a tendência tem ganhado força e se desmembrando em várias outras. Agora não se trata apenas de tentar reduzir um pouco o ritmo desenfreado dessa vida urbana que vivemos – seja voltando a comer com calma e com tempo para apreciar tanto a comida e o momento, seja se engajando politicamente e defendendo a retração do crescimento econômico e industrial. A desaceleração agora está se tornando (caminho natural das coisas) um nicho de mercado, com produtos que de alguma maneira representam a antítese de grandes símbolos do aspecto “artificial” do nosso atual ritmo de vida. É nesse contexto que tem surgido as bebidas calmantes, propondo exatamente o contrário do que o Red Bull promete. Enquanto este último te dá asas, bebidas como Drank e Slow Cow (“Boi manso”, em clara referência ao Red Bull) te dão uma boa relaxada, exatamente como fazia (e ainda faz) a maracujina que nossas avós diziam que nos fariam tomar caso não sossegássemos um pouco. Mas da mesma maneira que a fórmula do Red Bull sempre foi motivo de controvérsia por conta de seus supostos perigos à saúde, essas novas bebidas calmantes já tem gerado polêmica: além do coquetel de extratos de ervas que todos alardeiam, algumas marcas – caso da Slow Cow por exemplo – põe melotonina dentre os ingredientes. É um hormônio, produzido sinteticamente, que tem propriedades relaxantes – assim como a taurina do Red Bull dá um gás. Ou seja, calmantes, ok, mas daí a dizer que são bebidas “naturais” ou benéficas, já são outros quinhentos.
This entry was written by , posted on segunda-feira, julho 5, 2010 at 10:07 am, filed under cultura urbana and tagged bebidas, desacelerando. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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