Tendências + novos olhares + novidades efêmeras + futuros clássicos + intuições + comentários + passe adiante também os seus...

Umbra

Curta-metragem de animação, todo feito a mão, misturando desenhos feitos em papel com outros feitos digitalmente. Dirigido por Malcom Sutherland. Trilha sonora por Alison Melville e Ben Grossman.

This entry was written by Cid Andrade, posted on terça-feira, setembro 28, 2010 at 12:36 pm, filed under inspiração and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Capturando o tempo

Timelapse videos é o termo usado pra se referir a vídeos feitos com uma câmera num tripé, que filma um longo intervalo de tempo, justamente pra capturar o tempo que passa – mais precisamente as mudanças na cena em questão, em função do tempo. Até pouco tempo atrás o timelapse era uma especialidade fotográfica, fotógrafos tiravam centenas de fotos e faziam uma montagem/animação. Filmar era mais complicado, mesmo as câmeras já sendo digitais, nenhum cartão de memória aguentava tantas horas de vídeo, e nem as câmeras filmavam numa resolução tão boa quanto às das máquinas fotográficas. Mas isso mudou, e continua mudando: com a atual nova geração de maquinas fotográficas que também filmam em HD e com equipamentos feitos especialmente pra confecção de timelapses, permitindo esvaziar o cartão de memória da máquina diretamente pro computador, sem que o processo seja interrompido – os timelapses tem se proliferado rapidamente. O cinema e a publicidade têm usado cada vez mais esta técnica, e no Youtube é enorme a quantidade de timelapses amadores. Mike Flores, o cara que fez o vídeo aí de cima, é um profissa, ganha a vida fazendo timelapses, este video é aliás o seu atual portfolio. As cenas noturnas são impressionantes, se brincar dá até vertigem acompanhar – daqui da Terra – nosso movimento de rotação…

This entry was written by Cid Andrade, posted on quinta-feira, setembro 23, 2010 at 10:56 am, filed under cybercultura, tecnologia and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



relógio anos 10

Relógios de pulso tornaram-se um objeto obsoleto, do século passado. Quem precisa de relógio de pulso num mundo onde todos têm um computador de mão dentro do bolso (talvez já tenha passado da hora de abandonarmos o termo “telefone celular”, não?) que – obviamente – também mostra a hora? Sobretudo num mundo onde este computador de bolso no final das contas fica pouco tempo no bolso, pois está quase sempre em nossas mãos: internet, jogos, e-mail, sms, foto, etc e tal.

Mas relógios de pulso nunca foram apenas um objeto útil, sempre foram também objetos bonitos, um acessório de estilo, de status social. Em alguns casos chega até a ser uma jóia. E a verdade é que o aspecto “acessório” sempre foi tão ou mais relevante quanto o aspecto “utilidade”, basta olhar pras campanhas publicitárias das marcas de relógio ao longo dos ultimos 30 anos e confirmar que praticamente argumentam status/estilo em vez da praticidade de se ter as horas sempre consigo.

No entanto veio a revolução da informática e da micro-eletrônica a partir dos anos 80 e os relógios de pulso começaram a sofrer a pesada concorrência dos nossos gadgets de cada dia. Foi algo gradativo, não aconteceu do dia pra noite e já no inicio dos anos 80 era possível prever tal tendência. A indústria relojoeira teve então todo o tempo do mundo pra tentar se adaptar à nova realidade, numas de “se os gadgets também são relógios, nossos relógios também terão que ser gadgets”, não teve? Poderiam ter feito os relógios transcenderem sua função de mostrar as horas, tornando-os um ‘acessório de utilidades pessoais’, um relógio de pulso que também tocasse Mp3 e vídeos, e que também integrasse funções ‘esportivas’ como um contabilizador de passos, tipo esses que marcam o quanto você andou/correu e dá a opção de mandar esses dados pra Internet, pra que você depois possa consultá-los ou compartilhá-los. Um relógio cujo mostrador fosse na verdade uma mini-tela colorida, sensível ao toque, otimo pra escutar musica no metro, ou pra ver um clipe no onibus ou na sala de espera do dentista. Enfim, o relógio do futuro.

Só que não, nenhum diretor de marketing e nenhum enegenheiro eletrônico da indústria relojoeira do mundo inteiro foram capazes de ver – e guiar – uma marca nesta direção. Marcaram bobeira, demoraram demais. Demoraram o suficiente pra que – em 2010 – a Apple lançasse este relógio de que estou falando. Hein? A Apple se lançando no mercado dos relógios de pulso com um modelo que toca video, mp3 e tem tela sensível ao toque. Isso mesmo, e resolveram batizá-lo com um nome já bem familiar e difundido: iPod Nano.

This entry was written by Cid Andrade, posted on quarta-feira, setembro 22, 2010 at 11:09 am, filed under tecnologia and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Orquestra humana

This entry was written by Cid Andrade, posted on terça-feira, setembro 21, 2010 at 1:03 pm, filed under cybercultura, inspiração and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Chegue pelado saia vestido

“Chegue semi-nu e saia totalmente vestido” foi o mote da (otima) ação de marketing feita pela marca espanhola de roupas Desigual uns dois meses atrás. As 100 primeiras pessoas que entrassem na loja de Barcelona vestindo apenas un short, ou lingerie, roupa de banho, o que fosse, teriam direito a escolher duas peças de roupa dentro da loja – de graça – para sairem vestidos. Deu fila, bagunça, redes de TV filmando a gritaria e pronto, a operação foi um sucesso. Mais fotos na continuação do post… (mais…)

This entry was written by Cid Andrade, posted on quinta-feira, setembro 9, 2010 at 6:20 pm, filed under inspiração and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



interfaces futurísticas

A empresa sueca TAT é especialista em criar interfaces para dispositivos eletrônicos: celulares, computadores de mão tipo iPad e seus futuros concorrentes, além de toda sorte de equipamento com tela sensível ao toque. As interfaces que eles desenvolvem/vendem hoje são o resultado de pesquisas e tecnologias criadas nos últimos anos, então é natural que neste exato momento eles já estejam preparando o tipo de interface – para os tipos de equipamento – que usaremos daqui uns anos. No que eles fizeram um vídeo simulando/demonstrando algumas dessas tecnologias (todas equipadas com interfaces TAT é claro). Sensacional esse celular (/computador de mão) que se desdobra (?) aumentado de tamanho (uma tela fininha de meio milimetro com metade dobrada pra dentro do aparelho? Fiquei curioso.) mas essa história de nem poder escovar os dentes sossegado pensando na morte da bezerra e – já no banheiro – ter que ver agenda, notícia, isso e aquilo, tô fora!

This entry was written by Cid Andrade, posted on sexta-feira, setembro 3, 2010 at 2:08 pm, filed under inspiração, tecnologia and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Viva a provinha!

Qualquer consumidor que se preze prefere (ou adoraria poder) experimentar um produto antes de comprá-lo. E os apreciadores de cervejas premium não são diferentes. O cara tá na dúvida entre umas três marcas diferentes, toma um golinho de cada uma e finalmente escolhe a que vai beber. O problema é que muitas cervejas premium são bem caras, e pro dono do bar – ou loja – em questão, acaba sendo mó prejú essa história de abrir uma garrafa só pra servir amostras. Foi pensando nisso que a agência de design australiana Jones Chijoff criou o Beer Vault, que é uma espécie de mostruário de cervejas, funcionando ao mesmo tempo como uma publicidade/vitrine pro produto quanto como uma solução pra questão das amostras. O dono do bar/loja abre quantas garrafas quiser de uma determinada marca, despeja o contéudo num dos cilindros e pronto, ali a cerveja ficará conservada por um bom tempo, podendo ser servida facilmente, seja para amostras ou para o consumo propriamente dito. Os cilindros são feitos de um material que filtra os raios ultra-violeta (que contribuem para a deterioração da cerveja), além de manter o líquido gelado e na mesma pressão da garrafa fechada. Chame o gerente do teu bar preferido pruma conversa, saque teu smart phone do bolso, mostre pra ele esse post e comece desde já a campanha pela aquisição de um Beer Vault e a instituição da ‘provinha’ !

This entry was written by Cid Andrade, posted on quinta-feira, setembro 2, 2010 at 1:39 pm, filed under tecnologia and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



De onde vem?

Outro dia falei aqui no blog sobre a demanda cada vez maior por parte dos consumidores por saber mais (e mais!) sobre a origem dos produtos que compramos. De onde vêm, como foram fabricados, com que ingredientes, etc e tal. Uma das manifestações desta tendência é o investimento em traçabilidade, que é acompanhar todo o percurso de um determinado produto, dos ingredientes à linha de montagem, passando pelo transporte até o ponto de venda. Informações que a indústria já tem (ou pode ter caso queira) há tempos mas que até pouco tempo atrás era usada apenas para fins logísticos ou de marketing – sendo quase que completamente irrelevante para quem compra. Pois a coisa tá mudando a passos largos, e mesmo que não se trate de acompanhar o percurso inteiro de um produto, que seja ao menos saber de onde ele veio, onde foi feito. Principalmente se ele foi feito localmente e que isso conta pontos à favor aos olhos de quem consome.

Que é por exemplo o caso da batata frita norte-americana Frito Lay, que recentemente passou a incluir em seus pacotes um código numérico com o qual o consumidor poderá ir ao site da marca e ficar sabendo em que região do país aquele pacote de batata frita foi fabricado, com que batatas e etc. As batatas usadas por Frito Lay vêm de um total de 80 fazendas distribuídas por 27 estados dos EUA. Com o código do pacote, as pessoas vão ficar sabendo que (muito provavelmente) aquele pacote foi feito ali por perto, o que de certa forma contribui para a economia da região – sendo que além de ficar sabendo o nome da fazenda também é possível fazer um tour virtual e em alguns casos saber mais sobre quem trabalha na plantação e tal. A ação de marketing vai inclusive além do código no pacote: a Frito Lay já começou a patrocinar eventos locais nas regiões que são as maiores produtoras/consumidoras das batatas, além de ter feito uma comunicação de ponto de venda sob medida para cada região.

This entry was written by Cid Andrade, posted on quarta-feira, setembro 1, 2010 at 4:42 pm, filed under aldeia global and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.