
Qual é o verdadeiro “tamanho” da dívida pública norte-americana. Fizeram uma metáfora visual bem interessante (e impressionante!), clique aqui pra ver.
This entry was written by , posted on quinta-feira, julho 28, 2011 at 3:43 pm, filed under aldeia global and tagged economia, EUA. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
A Nokia tinha organizado um concurso de curta-metragens e o ganhador foi JW Griffiths, com o vídeo acima, chamado “Splitscreen: a love story”. A tela partida em duas metades que se complementam do início ao fim. Sensacional. Mereceu o primeiro lugar. (o vídeo é em HD, tem resolução suficiente pra você assistir em tela cheia se quiser…)
This entry was written by , posted on quinta-feira, junho 30, 2011 at 11:18 am, filed under aldeia global, cultura urbana, inspiração and tagged curta metragem, Londres, NY, Paris, video independente. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Tenho seríssimas dúvidas quanto à versão oficial sobre o “atentado” do 11 de Setembro, pra dizer o mínimo. Fiquei então com uma pulga atrás da orelha ao assistir esse vídeo. Dei uma boa pesquisada e descobri que não apenas esse Benjamin Fulford existe (dê uma olhada no artigo sobre ele na Wikipedia) como também esse HAARP que ele cita, e mais um monte de coisas. Nenhuma prova concreta que confirmem as acusações dele, mas muitos indícios, e muitos deles bem pertinentes e verossímeis. Ele tem um blog de análises geo-políticas, onde achei outros posts/assuntos não menos interessantes.
This entry was written by , posted on segunda-feira, junho 27, 2011 at 3:16 pm, filed under aldeia global and tagged conspiração, EUA, japão. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Cada vez mais gente no mundo, cada vez menos espaço pra plantar comida pra toda essa gente. No Brasil ainda falta gente pra tanta terra, mas em certos países a densidade demográfica é tão alta que todo e qualquer cantinho é usado pra plantar. Excelente idéia então essa da plantação em espiral, desenvolvida por uma empresa escocesa. O sistema se chama Whirligro : tubos flexiveis feitos de lona, cada um comportando até 3 plantas. Os tubos são encaixados uns nos outros em espiral, em torno de um suporte vertical, que aguenta até 10 tubos, ou seja, 30 plantas – e tudo isso num único metro quadrado de terra!
This entry was written by , posted on sexta-feira, junho 3, 2011 at 3:18 pm, filed under aldeia global, tecnologia and tagged agricultura, superpopulação. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Todo mundo quer trabalhar pra Apple, mas a empresa sempre teve fama de ser um patrão “durão”. A pressão sobre as equipes das Apple Stores do mundo inteiro é grande: filas quilométricas, as lojas sempre cheias e os funcionários tendo que se desdobrar pra dar conta do recado e conseguir prestar o serviço ‘com qualidade Apple’ pro qual foram treinados. Os caras tão endoidando, mas ainda assim se divertem. (ATUALIZAÇÃO: parece que a coisa ficou feia presses funcionários da Apple, tiveram que tirar o blog do ar e se brincar já estão procurando um novo emprego, nesse artigo aqui do Gizmodo ainda dá pra ver as fotos).
This entry was written by , posted on quarta-feira, maio 25, 2011 at 11:56 am, filed under aldeia global, cultura urbana. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Que tal fazer a sua festa de casamento no Mac Donalds? Em Hong Kong é possível – e antes que você comece a torcer o nariz – saiba que, apesar de que em boa parte do mundo a classe média e média-alta considere o Mac Donalds coisa de pobre, na Ásia as coisas (quase todas as coisas aliás) são bem diferentes. Especificamente em Hong Kong a rede de lanchonetes é vista mais como uma rede de ‘restaurantes’ do que como fast-food. Soma-se a isso o fato de estar voltando a ser algo “cool” junto a um público hoje na casa dos 30 anos, justamente a média de idade dos que estão se casando, e que passam a ver o Mc Donalds com uma certa nostalgia, o lugar em que iam depois do colégio ou da faculdade. Além dos fatores cultturais, há também o forte fator econômico: uma festa de casamento em Hong Kong acaba custando cerca de 30.000 dólares, sendo que o salário médio dos que casam é de U$2500. Facada, né? Quando chega o Mc Donalds e propõe um pacote ‘casório’ a menos de 2 mil dólares, de repente o Big Mac fica até mais gostoso.
This entry was written by , posted on sexta-feira, março 18, 2011 at 7:56 pm, filed under aldeia global, cultura urbana and tagged Asia, comportamento, Hong Kong. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Enquanto meio mundo tenta a todo custo acumular ‘amigos’ nas redes sociais (ainda) há pessoas que preferem uma vida (beeeem) mais reclusa e calma. No interior da Geórgia, ex-república soviética, mais precisamente na região de Chiatura, há uma igreja construida no topo de uma pedra de 42 metros de altura – o equivalente a um prédio de 14 andares! A pedra em questão se chama “Katskhi Pillar”: é um local sagrado desde a antiguidade, importante para os rituais pagãos da época, no que o templo que existe até hoje foi construido quando os cristãos chegaram à região, lá pelo século XI. O padre Maxim mora lá, no alto da pedra, há cerca de 18 anos. É ele quem cuida da manutenção e da restauração do local. Pra subir não é fácil: uma única escada metálica, de dar vertigem. A BBC fez uma reportagem sobre o assunto.
This entry was written by , posted on segunda-feira, março 7, 2011 at 1:06 pm, filed under aldeia global, inspiração. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Outro dia falei aqui no blog sobre a demanda cada vez maior por parte dos consumidores por saber mais (e mais!) sobre a origem dos produtos que compramos. De onde vêm, como foram fabricados, com que ingredientes, etc e tal. Uma das manifestações desta tendência é o investimento em traçabilidade, que é acompanhar todo o percurso de um determinado produto, dos ingredientes à linha de montagem, passando pelo transporte até o ponto de venda. Informações que a indústria já tem (ou pode ter caso queira) há tempos mas que até pouco tempo atrás era usada apenas para fins logísticos ou de marketing – sendo quase que completamente irrelevante para quem compra. Pois a coisa tá mudando a passos largos, e mesmo que não se trate de acompanhar o percurso inteiro de um produto, que seja ao menos saber de onde ele veio, onde foi feito. Principalmente se ele foi feito localmente e que isso conta pontos à favor aos olhos de quem consome.
Que é por exemplo o caso da batata frita norte-americana Frito Lay, que recentemente passou a incluir em seus pacotes um código numérico com o qual o consumidor poderá ir ao site da marca e ficar sabendo em que região do país aquele pacote de batata frita foi fabricado, com que batatas e etc. As batatas usadas por Frito Lay vêm de um total de 80 fazendas distribuídas por 27 estados dos EUA. Com o código do pacote, as pessoas vão ficar sabendo que (muito provavelmente) aquele pacote foi feito ali por perto, o que de certa forma contribui para a economia da região – sendo que além de ficar sabendo o nome da fazenda também é possível fazer um tour virtual e em alguns casos saber mais sobre quem trabalha na plantação e tal. A ação de marketing vai inclusive além do código no pacote: a Frito Lay já começou a patrocinar eventos locais nas regiões que são as maiores produtoras/consumidoras das batatas, além de ter feito uma comunicação de ponto de venda sob medida para cada região.
This entry was written by , posted on quarta-feira, setembro 1, 2010 at 4:42 pm, filed under aldeia global and tagged alimentação, traçabilidade. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Money As Debt (“dinheiro enquanto dívida”) é uma animação feita pelo canadense Paul Grignon, que explica de maneira lúdica (e sucinta) as engrenagens do sistema econômico em que vivemos. Como surgiu o dinheiro, o que é exatamente o dinheiro, como funciona o capitalismo e por aí vai. Não se deixe enganar pelo fato de se tratar de um desenho animado: o que ele conta é papo sério e vai te botar pra pensar. No Youtube a versão legendada em português foi dividida em 5 partes, abaixo você vê a primeira, os links para as partes seguintes são parte 2, parte 3, parte 4 e parte 5. No site oficial do vídeo é possível comprar o DVD e dar uma força ao autor.
This entry was written by , posted on sexta-feira, agosto 27, 2010 at 2:25 pm, filed under aldeia global, cybercultura and tagged capitalismo, dinheiro. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Esqueceu o guarda-chuva no metrô? Ainda que as chances de encontrá-lo sejam pequenas, não custa nada ir dar uma olhada nos Achados e Perdidos. Mas e se o objeto em questão foi perdido na rua? Como entrar em contato com quem achou (e vice-versa)? Tomara que dê certo a proposta do Findbase, um site finlandês que usa a tecnologia Google Maps pra criar um serviço de achados e perdidos adaptado à nosssa época. O intuito do site é ajudar esquecidos do mundo inteiro a encontrar o que perderam, seja o que for, de guarda-chuva a chaves de carro, de animais de estimação que fugiram a objetos que cairam do bolso dentro do taxi. A coisa funciona assim: quem achou um objeto vai ao site e criar no mapa uma “geotag”, que vai descrever o objeto e marcar o local/data exatos onde ele foi achado. Dá até pra incluir uma foto. Mesma coisa pra quem perdeu: você pode ir no mapa e marcar um anuncio de “procura-se” no local exato onde acha que perdeu.
O Findbase também funciona como intermediário pra quem quiser oferecer uma recompensa a quem encontrar o objeto em questão, sendo que essas transações financeiras acontecem no proprio site, usando um sistema de créditos. E mesmo se não houver recompensa oferecida, ainda assim quem acha sai no lucro: além do prazer de ter ajudado alguém, quem “achou” ganha 5 créditos a cada vez que posta um objeto encontrado. Quem tá procurando, paga 20 créditos (cerca de 1 euro) pra postar o anúncio de “procura-se”. O Findbase tá em versão beta desde maio, e já tem listas de objetos achados em tudo que é canto do mundo.
This entry was written by , posted on quinta-feira, julho 15, 2010 at 5:50 pm, filed under aldeia global, cybercultura and tagged mapas, redes sociais. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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