Tendências + novos olhares + novidades efêmeras + futuros clássicos + intuições + comentários + passe adiante também os seus...

Splitscreen

A Nokia tinha organizado um concurso de curta-metragens e o ganhador foi JW Griffiths, com o vídeo acima, chamado “Splitscreen: a love story”. A tela partida em duas metades que se complementam do início ao fim.  Sensacional. Mereceu o primeiro lugar. (o vídeo é em HD, tem resolução suficiente pra você assistir em tela cheia se quiser…)

This entry was written by Cid Andrade, posted on quinta-feira, junho 30, 2011 at 11:18 am, filed under aldeia global, cultura urbana, inspiração and tagged , , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Rodas quentes

Quem foi criança nos anos 80 ou 90 se lembra bem dos carrinhos HotWheels, com suas rampas, loops e etc. A marca ainda existe e hoje em dia, além de continuar vendendo os carrinhos miniatura pra crianças, também tem uma linha de réplicas de carros de Fórmula Indy, um pouco maiores (e mais caras) do que as miniaturas, pra um público mais velho. E qual é a melhor campanha publicitária possível pra HotWheels nesses atuais tempos internéticos? Uma que encha os olhos das crianças de hoje em dia e que fascine os adultos que brincaram com as miniaturas e que hoje em dia são o público alvo das réplicas. Construir um “circuito” HotWheels em tamanho natural e fazer um cara bater o recorde mundial de salto (motorizado!) em distância? Só podia ser nos EUA, claro.

This entry was written by Cid Andrade, posted on terça-feira, maio 31, 2011 at 10:08 am, filed under cultura urbana and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Praça móvel

No Rio de Janeiro, minha cidade natal, faltam praças e espaços públicos destinados ao lazer. Sim, tem as praias e o aterro do Flamengo (que nem são lugares sempre convidativos) mas faltam praças de bairro, perto de onde as pessoas moram, pras crianças brincarem com os vizinhos, enquanto as famílias estão ali de olho e de papo. Buenos Aires também sofre com esse problema, talvez até ainda mais do que o Rio já que não têm praia nem aterro, mas um escritório de arquitetura/design de lá teve uma ótima idéia pra compensar um pouco as coisas: a praça móvel. Um grande furgão carregado com o mobiliário urbano necessário para que, nos finais de semana, uma rua seja fechada para o trânsito e transformada numa “praça”. Idéia tão boa que ganhou recentemente o prêmio Livable Cities Award, promovido pela Philips, que recompensa idéias inovadoras que promovam uma melhoria da qualidade de vida nas cidades. No caso deles foi da Philips que veio o apoio, mas hoje em dia o que não faltaria é empresa topando patrocinar uma empreitada dessas, basta ser bem organizada e planejada. Taí a sugestão pros escritórios de arquitetura/design das grandes cidades brasileiras! Clique na continuação do post pra ver mais imagens → (mais…)

This entry was written by Cid Andrade, posted on sexta-feira, maio 27, 2011 at 12:11 pm, filed under cultura urbana, inspiração. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



iPlank

Todo mundo quer trabalhar pra Apple, mas a empresa sempre teve fama de ser um patrão “durão”. A pressão sobre as equipes das Apple Stores do mundo inteiro é grande: filas quilométricas, as lojas sempre cheias e os funcionários tendo que se desdobrar pra dar conta do recado e conseguir prestar o serviço ‘com qualidade Apple’ pro qual foram treinados. Os caras tão endoidando, mas ainda assim se divertem. (ATUALIZAÇÃO: parece que a coisa ficou feia presses funcionários da Apple, tiveram que tirar o blog do ar e se brincar já estão procurando um novo emprego, nesse artigo aqui do Gizmodo ainda dá pra ver as fotos).

This entry was written by Cid Andrade, posted on quarta-feira, maio 25, 2011 at 11:56 am, filed under aldeia global, cultura urbana. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Casando no McDonalds

Que tal fazer a sua festa de casamento no Mac Donalds? Em Hong Kong é possível – e antes que você comece a torcer o nariz – saiba que, apesar de que em boa parte do mundo a classe média e média-alta considere o Mac Donalds coisa de pobre, na Ásia as coisas (quase todas as coisas aliás) são bem diferentes. Especificamente em Hong Kong a rede de lanchonetes é vista mais como uma rede de ‘restaurantes’ do que como fast-food. Soma-se a isso o fato de estar voltando a ser algo “cool” junto a um público hoje na casa dos 30 anos, justamente a média de idade dos que estão se casando, e que passam a ver o Mc Donalds com uma certa nostalgia, o lugar em que iam depois do colégio ou da faculdade. Além dos fatores cultturais, há também o forte fator econômico: uma festa de casamento em Hong Kong acaba custando cerca de 30.000 dólares, sendo que o salário médio dos que casam é de U$2500. Facada, né? Quando chega o Mc Donalds e propõe um pacote ‘casório’ a menos de 2 mil dólares, de repente o Big Mac fica até mais gostoso.

This entry was written by Cid Andrade, posted on sexta-feira, março 18, 2011 at 7:56 pm, filed under aldeia global, cultura urbana and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Corrida elétrica

Hoje quem passa adiante é meu tio Henrique, irmão de minha mãe, um cara sempre ligado nas (boas) novidades. Voltando de uma viagem à Europa, resolveu registrar o que viu nas imediações do aeroporto de Amsterdã: ” – Essa roda gira a medida que alguem corre sobre ela no seu interior. Está conectada a um gerador de energia e produz eletricidade com esse movimento. Nas duas horas que fiquei no aeroporto esse cara aí ficou correndo o tempo todo (fez um bom exercício) e produziu o equivalente a 20 Euros de eletricidade. O gerador está conectado diretamente em uma linha da empresa de energia elétrica e vende esta energia em tempo real. O que o relógio marcador mostrar é o valor comprado pela empresa e dinheiro disponível. Esse dinheiro estava sendo gerado para ser doado a um hospital em Amsterdam especializado em tratamento de cancer. Qualquer um que tiver coragem e preparo físico pode se inscrever para correr (substitui a academia) e doar a sua energia. Tem tambem algumas bicicletas ergométricas (ao lado) que tambem podem ser usadas do mesmo jeito, é só pedalar e gerar energia. Neste dia a temperatura estava 3 graus e estava uma chuva fina o tempo todo, mas o cara ficou firme lá e correu o tempo todo. Fui embora e ele continuava correndo sem parar. Seria uma boa idéia ter isto em todo lugar por aqui. Já pensou se toda bicleta ergométrica e esteira de academias fosse acopladas a geradores e produzissem energia?”

This entry was written by Cid Andrade, posted on quarta-feira, fevereiro 9, 2011 at 6:41 pm, filed under cultura urbana, inspiração, tecnologia and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Juntem-se

Ontem falei sobre a tendência, que continua crescendo, da coletivização do consumo. Consumidores que se mobilizam para – juntos – terem mais poder de barganha frente à quem vende. Continuo vendo coisas interessantes sobre este assunto e hoje falarei sobre o outro lado da moeda: como estes novos consumidores tem se mobilizado. A telefonia móvel tem andado a passos largos rumo aos smartphones, no que as “aplicações” tem transformado de vez o telefone celular num computador de mão, e por consequência revolucionando (novamente) a maneira como as pessoas se comunicam, afinal de contas o potencial ‘comunicador’ de todos terem um computador o tempo todo consigo é enorme – e aí já nem estou falando mais apenas do aspecto ‘consumo’ da coisa, e sim (também) de amigos mantendo contato entre si. A aplicação GroupMe é um bom exemplo: disponível tanto para iPhone quanto para smartphones com Android, ela torna possível a criação – rápida e prática – de uma comunicação coletiva entre amigos, seja via SMS ou via chamada de voz. Funciona da seguinte maneira: você baixa a aplicação, se cadastra, e fornece o número do telefone das pessoas que você quer incluir no seu grupo. O GroupMe em seguida gera um número de telefone que será o número do grupo: se você mandar um SMS presse número, todos do grupo receberão, e se responderem, todos do grupo receberão a resposta. Para as chamdas de voz, mais simples impossível: você liga para o número do grupo e vai chamar em todos os celulares de todos os outros membros deste mesmo grupo, basta que todos ou alguns atendam pra que, pronto, vocês estejam em tele-conferência. A aplicação GroupMe foi feita por uma pequena empresa Nova Iorquina e (por enquanto) é gratuita. Bastante similar à Fast Society, uma aplicação que no entanto só existe para iPhone.

This entry was written by Cid Andrade, posted on terça-feira, janeiro 11, 2011 at 10:55 am, filed under cultura urbana, cybercultura, tecnologia and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Vou levar logo dois

Gastar uma fortuna para ter o prazer de calçar um tênis customizado por um artista? Pros clientes da loja BrassMonki, do artista gráfico inglês Daniel Reese, deve ser algo normal. Ele compra tênis brancos de cano alto da Nike, sempre o mesmo modelo, e pinta um por um. Dentre os temas há referências à marcas/produtos como Lego e Firefox, artistas icônicos como Bob Marley e Michael Jackson e personagens da (cyber) cultura pop como Homem de Ferro, e personagens de videogame. Os precinhos? Entre 400 e 750 libras esterlinas o par, o que dá cerca de R$2000 pros modelos mais caros. Fica a pergunta: o cara que compra, ele se sente mais “único” porque usa um tênis bacana, sabendo que será extremamente improvável esbarrar com alguém usando o mesmo – ou se sente mais “único” porquê tem grana o suficiente pra torrar 2 mil reais num tênis, qualquer que seja?

This entry was written by Cid Andrade, posted on terça-feira, agosto 31, 2010 at 12:08 pm, filed under cultura urbana and tagged , , , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Adidas corre por fora

Quem é bom observador já sabe que o mundo está caminhando a passos largos para um futuro onde boa parte do consumo (muito provavelmente a maior parte, aliás) vai acontecer online, via comércio eletrônico. Supermercados online, lojas de departamento online, sites de leilões e classificados como Mercado Livre e eBay, a Amazon que vende de tudo, enfim, isso já não é mais nenhuma novidade. Também não é novidade o fato de que apesar de toda a empolgação em torno do comércio eletrônico e suas vantagens (principalmente) pra quem vende (menor custo, maior alcance, maiores volumes e por aí vai), profissionais de marketing de marcas de roupas e calçados sabem bem que pra eles é mais complicado: até hoje não inventaram um jeito de proporcionar ao consumidor uma maneira de se experimentar virtualmente o produto em questão. A camisa no site é bonita e tá com um preço bom, mas se você comprá-la e descobrir que ela não cai tão bem assim em você, toda a praticidade do comércio eletrônico começa a ir por água abaixo.

A Adidas é um exemplo de quem percebeu isso e tem algo novo a propor: foi inaugurada em Tóquio a primeira loja Adidas Runbase, onde praticantes de cooper e caminhada podem ir experimentar tênis e roupas esportivas e testá-los em condições reais de uso. Não, não construiram uma pista de cooper dentro da loja, o cara vai, escolhe o tênis que ele quer experimentar, pega ele “emprestado” e vai correr do lado de fora, como faria normalmente. Não à toa, a loja fica no bairro da Praça Imperial, que é um dos lugares mais frequentados pelos esportistas da cidade. A coisa não para por aí: além de testar o material e poder contar com a consultoria dos vendedores (que entendem tanto dos produtos quanto da prática esportiva em si) há 16 chuveiros e 248 armários para alugar, ou seja, a loja passa a ser um lugar prático pra se guardar a mochila enquanto corre, depois tomar um banho, catar a a mochila e ir pro trabalho.

Outras marcas já estão começando a perceber que sim, o comércio eletrônico veio pra ficar, mas que o atendimento personalizado, os conselhos, e toda sorte de serviços adicionais que a compra em uma loja pode proporcionar continuam tendo o seu (alto) valor. Prepare-se para ver marcas (mais…)

This entry was written by Cid Andrade, posted on quinta-feira, agosto 19, 2010 at 10:49 am, filed under cultura urbana and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Bebidas relaxantes

Lembra que no final de 2008 eu tinha falado de “desaceleração” aqui no blog? Pois então, a tendência tem ganhado força e se desmembrando em várias outras. Agora não se trata apenas de tentar reduzir um pouco o ritmo desenfreado dessa vida urbana que vivemos – seja voltando a comer com calma e com tempo para apreciar tanto a comida e o momento, seja se engajando politicamente e defendendo a retração do crescimento econômico e industrial. A desaceleração agora está se tornando (caminho natural das coisas) um nicho de mercado, com produtos que de alguma maneira representam a antítese de grandes símbolos do aspecto “artificial” do nosso atual ritmo de vida. É nesse contexto que tem surgido as bebidas calmantes, propondo exatamente o contrário do que o Red Bull promete. Enquanto este último te dá asas, bebidas como Drank e Slow Cow (“Boi manso”, em clara referência ao Red Bull) te dão uma boa relaxada, exatamente como fazia (e ainda faz) a maracujina que nossas avós diziam que nos fariam tomar caso não sossegássemos um pouco. Mas da mesma maneira que a fórmula do Red Bull sempre foi motivo de controvérsia por conta de seus supostos perigos à saúde, essas novas bebidas calmantes já tem gerado polêmica: além do coquetel de extratos de ervas que todos alardeiam, algumas marcas – caso da Slow Cow por exemplo – põe melotonina dentre os ingredientes. É um hormônio, produzido sinteticamente, que tem propriedades relaxantes – assim como a taurina do Red Bull dá um gás. Ou seja, calmantes, ok, mas daí a dizer que são bebidas “naturais” ou benéficas, já são outros quinhentos.

This entry was written by Cid Andrade, posted on segunda-feira, julho 5, 2010 at 10:07 am, filed under cultura urbana and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



« Previous Entries