Money As Debt (“dinheiro enquanto dívida”) é uma animação feita pelo canadense Paul Grignon, que explica de maneira lúdica (e sucinta) as engrenagens do sistema econômico em que vivemos. Como surgiu o dinheiro, o que é exatamente o dinheiro, como funciona o capitalismo e por aí vai. Não se deixe enganar pelo fato de se tratar de um desenho animado: o que ele conta é papo sério e vai te botar pra pensar. No Youtube a versão legendada em português foi dividida em 5 partes, abaixo você vê a primeira, os links para as partes seguintes são parte 2, parte 3, parte 4 e parte 5. No site oficial do vídeo é possível comprar o DVD e dar uma força ao autor.
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Você já ouviu falar em “matchmoving”? É uma técnica de edição digital de vídeo que torna possível mesclar elementos de computação gráfica a um material filmado, de maneira que as perspectivas e ângulos de um se adaptam perfeitamente ao movimento da câmera e das imagens do outro. O vídeo acima é de autoria do artista gráfico Andreas Heikaus, mais precisamente seu trabalho final pra faculdade de “Applied Science and Art” na universidade de Hannover, Alemanha.
This entry was written by , posted on terça-feira, julho 20, 2010 at 2:29 pm, filed under cybercultura, inspiração, tecnologia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Esqueceu o guarda-chuva no metrô? Ainda que as chances de encontrá-lo sejam pequenas, não custa nada ir dar uma olhada nos Achados e Perdidos. Mas e se o objeto em questão foi perdido na rua? Como entrar em contato com quem achou (e vice-versa)? Tomara que dê certo a proposta do Findbase, um site finlandês que usa a tecnologia Google Maps pra criar um serviço de achados e perdidos adaptado à nosssa época. O intuito do site é ajudar esquecidos do mundo inteiro a encontrar o que perderam, seja o que for, de guarda-chuva a chaves de carro, de animais de estimação que fugiram a objetos que cairam do bolso dentro do taxi. A coisa funciona assim: quem achou um objeto vai ao site e criar no mapa uma “geotag”, que vai descrever o objeto e marcar o local/data exatos onde ele foi achado. Dá até pra incluir uma foto. Mesma coisa pra quem perdeu: você pode ir no mapa e marcar um anuncio de “procura-se” no local exato onde acha que perdeu.
O Findbase também funciona como intermediário pra quem quiser oferecer uma recompensa a quem encontrar o objeto em questão, sendo que essas transações financeiras acontecem no proprio site, usando um sistema de créditos. E mesmo se não houver recompensa oferecida, ainda assim quem acha sai no lucro: além do prazer de ter ajudado alguém, quem “achou” ganha 5 créditos a cada vez que posta um objeto encontrado. Quem tá procurando, paga 20 créditos (cerca de 1 euro) pra postar o anúncio de “procura-se”. O Findbase tá em versão beta desde maio, e já tem listas de objetos achados em tudo que é canto do mundo.
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Vi um trailer que me deixou bastante curioso. Trata-se de um filme espanhol, de ficção científica (o que por si só já é uma surpresa) chamado “Eva“. A história se passa no ano 2041 e é sobre a amizade entre duas meninas, sendo que uma delas é um robô. Estréia em dezembro na Europa, tomara que passe no Brasil!
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Como teria sido o rosto do Michael Jackson caso não tivesse feito as mil e uma plásticas? Em 1985 a revista norte-americana Time fez uma matéria sobre “qual será a cara das estrelas da música e do cinema no ano 2000″. A matéria surfava na (primeira) onda das simulações de envelhecimento feitas por computador, os primórdios do Photoshop. Uma dessas estrelas da matéria era Michael Jackson, que na época tinha vinte e poucos anos e que, já com quarenta anos no ano 2000 imaginado pela revista, pareceria com isso aqui.

This entry was written by , posted on segunda-feira, maio 3, 2010 at 7:07 pm, filed under cybercultura, musica and tagged michael jackson, photoshop. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Dividir as despesas de uma viagem com amigos, de uma vaquinha pra um presente de casamento ou até mesmo coisas mais sérias tipo todo mundo se cotisar pra ajudar alguém que tá numa pior; pode acabar se tornando uma tarefa complicada. Tá aí a internet pra nos ajudar – inclusive – nisso. Se depender do serviço We Pay, sua proxima vaquinha vai ser descomplicada, com total transparência quanto aos custos e gastos e – principalmente – fácil de organizar.
This entry was written by , posted on sexta-feira, abril 30, 2010 at 3:35 pm, filed under cybercultura and tagged dinheiro, transparência. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Você precisa dar uma olhada no Fiverr! Que idéia genial: um site onde pessoas do mundo inteiro anunciam coisas/serviços que elas topam fornecer por….. 5 dólares. Tem de tudo! De serviços de informática a design gráfico, passando por composição musical, dicas de maquiagem e mais um tanto de propostas inusitadas. O pagamento é adiantado, via Paypal. Se o prestador do serviço dá pra trás ou precisa recusar porquê já recebeu encomendas demais, o site devolve o dinheiro.

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Estamos mesmo em pleno processo de transição: de acordo com esta recente pesquisa, quando os internautas querem se comunicar com alguém, já estão gastando mais tempo em redes sociais (orkut, facebook etc e etc) do que com email…

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Quem trabalha com comunicação de marca e/ou design gráfico sabe que, na hora de se pensar o logotipo de uma empresa ou de uma marca, tenta-se que o resultado final de alguma maneira ‘comunique’ alguma coisa, ou então – ainda que de maneira inconsciente – faça alusão à signos/símbolos que já tenham algum signficado na mente do consumidor. Será o caso do atual logo da LG? Partem do pressuposto que o Pacman tornou-se um símbolo que de alguma maneira significa ‘diversão eletrônica’ ? Ou será que o designer em questão tinha 5 minutos pra apresentar uma boa idéia, sob o risco de perder o emprego? Vai saber… :-)

This entry was written by , posted on quarta-feira, fevereiro 24, 2010 at 12:25 pm, filed under cybercultura, inspiração and tagged design, LG, logo, pacman. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

A nova onda do momento é juntar os amigos e dar uma zoada no Street View do serviço Google Maps. O street view é um novo recurso, já disponível em dezenas (centenas?) de cidades do mundo, graças ao qual é possível ver imagens do endereço em questão, e mais até do que isso: passear pelas ruas como se você estivesse lá, numa espécie de video game da vida real. Esse sistema de navegação por imagens fotográficas juntadas umas às outras pra possibilitar um efeito de 3D é possível graças a um equipamento fotográfico especial instalado no teto de alguns carros, que em seguida serpenteiam todas as ruas de uma determinada cidade, fotografando tudo e por todos os lados. E é aí que entra o lado divertido da coisa, como o que esses noruegueses da foto acima fizeram. Já tem até um site inteiramente dedicado a colecionar as melhores brincadeiras e/ou cenas inusitadas captadas pelo carro do google.
This entry was written by , posted on quarta-feira, fevereiro 10, 2010 at 4:42 pm, filed under cybercultura, tecnologia and tagged comportamento, google, street view. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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