
Em pleno século XXI, a revolução informática já tendo mudado de vez nossas vidas, ainda temos que “assinar” documentos à caneta, ou seja, imprimir, assinar, pra depois ter que escanear e mandar de volta. Saco, né? Foi pensando nisso que a empresa inglesa SoftSign desenvolveu uma aplicação pra smartphones e tablets que torna possível “assinarmos” documentos em PDF usando a ponta dos dedos (ou uma “stylus”, que são essas canetas próprias pra se escrever numa tela sensível ao toque). Até que enfim.
This entry was written by , posted on quinta-feira, junho 16, 2011 at 3:36 pm, filed under cybercultura, tecnologia and tagged apps, identidade. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Quem nunca ficou surpreso ao ir fazer uma busca no Google, começar a digitar, e a função “busca inteligente” tentar completar a frase, mostrando de quebra as buscas mais populares – e em boa parte das vezes as mais esdrúxulas? Pois fizeram até um blog sobre isso, batizado de Gente Que Busca, compilando as “sugestões google” pra vários ‘inícios’ de buscas. Tem umas coisas muito engraçadas, no mais dá uma boa noção do que o Brasil anda procurado….. renderia uma bela tese de doutorado em sociologia!
This entry was written by , posted on quinta-feira, maio 26, 2011 at 4:59 pm, filed under cybercultura. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

E se uma aplicação pra smartphone fosse capaz de dar uma de ‘cupido cibernético’ e botar em contato pessoas que tem afinidades tipo… terem gostado do mesmo filme, terem tido uma reação parecida à algo que aconteceu, etc? É a proposta dessa app chamada StreetSpark, que é uma rede social voltada à procura da alma gêmea (ou de uma simples aventura, porque não?) e que rastreia outras redes sociais (Twitter, Facebook e mais algumas outras) pra encontrar pontos em comum entre as pessoas. Eles explicam como funciona nesse vídeo.
This entry was written by , posted on segunda-feira, maio 23, 2011 at 11:45 am, filed under cybercultura. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
O bicho pegando na Líbia, e paira no ar a pergunta: conseguirão todos os países do Oriente-Médio – inclusive o Irã – se livrar de suas respectivas ditaduras? Mas é claro que vão: quem consegue trocar o pneu de um jipe – em movimento – e equilibrado em apenas duas rodas, consegue tudo!
This entry was written by , posted on sexta-feira, fevereiro 25, 2011 at 4:15 pm, filed under cybercultura. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Um clipe 100% metalinguístico, uma grande piscada de olho à (atual) cultura web. E o resultado é bem legal! Daqui 20 anos vai ser engraçado rever esse clipe e se lembrar de coisas arcaicas como Youtube, Google Street View e Facebook..
This entry was written by , posted on terça-feira, fevereiro 22, 2011 at 11:55 am, filed under cybercultura, musica and tagged clipe, metalinguagem, web. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Ontem falei sobre a tendência, que continua crescendo, da coletivização do consumo. Consumidores que se mobilizam para – juntos – terem mais poder de barganha frente à quem vende. Continuo vendo coisas interessantes sobre este assunto e hoje falarei sobre o outro lado da moeda: como estes novos consumidores tem se mobilizado. A telefonia móvel tem andado a passos largos rumo aos smartphones, no que as “aplicações” tem transformado de vez o telefone celular num computador de mão, e por consequência revolucionando (novamente) a maneira como as pessoas se comunicam, afinal de contas o potencial ‘comunicador’ de todos terem um computador o tempo todo consigo é enorme – e aí já nem estou falando mais apenas do aspecto ‘consumo’ da coisa, e sim (também) de amigos mantendo contato entre si. A aplicação GroupMe é um bom exemplo: disponível tanto para iPhone quanto para smartphones com Android, ela torna possível a criação – rápida e prática – de uma comunicação coletiva entre amigos, seja via SMS ou via chamada de voz. Funciona da seguinte maneira: você baixa a aplicação, se cadastra, e fornece o número do telefone das pessoas que você quer incluir no seu grupo. O GroupMe em seguida gera um número de telefone que será o número do grupo: se você mandar um SMS presse número, todos do grupo receberão, e se responderem, todos do grupo receberão a resposta. Para as chamdas de voz, mais simples impossível: você liga para o número do grupo e vai chamar em todos os celulares de todos os outros membros deste mesmo grupo, basta que todos ou alguns atendam pra que, pronto, vocês estejam em tele-conferência. A aplicação GroupMe foi feita por uma pequena empresa Nova Iorquina e (por enquanto) é gratuita. Bastante similar à Fast Society, uma aplicação que no entanto só existe para iPhone.
This entry was written by , posted on terça-feira, janeiro 11, 2011 at 10:55 am, filed under cultura urbana, cybercultura, tecnologia and tagged android, app, coletivização, iPhone. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Compras em grupo, centralizadas, organizadas e promovidas pelo próprio site que está vendendo o produto, já não são mais uma ‘tendência’; já são uma realidade há alguns anos (ainda que tenham demorado pra pegar no Brasil). Hoje em dia, no universo da compra coletiva, a tendência tem sido o(s) próprio(s) interessado(s) em comprar um determinado produto/serviço correr tomar a iniciativa de propor a venda em grupo à marca, e dependendo do caso ajudar a arregimentar os outros compradores. Soa pouco provável? Mas já está acontecendo. Na Holanda, um DJ de música eletrônica lamentou, via Twitter, que a KLM não tinha um vôo direto para Miami, para que ele pudesse ir ao festival Ultra Music Festival. A equipe da KLM respondeu o Twitter, no que o DJ propôs uma aposta: caso ele conseguisse arrumar 351 pessoas interessadas em ir pra Miami nesse vôo “customizado”, a KLM botaria o avião na pista. A KLM aceitou o páreo e – para a surpresa até mesmo do DJ organizador – em menos de 5 horas o vôo já estava completo, tudo via Twitter. Resultado: não apenas a KLM vai cumprir a promessa e fretar um avião para Miami sem escalas, mas também dará um desconto na passagem para os passageiros deste vôo, já que todos compraram ao mesmo tempo e pagando à vista.
This entry was written by , posted on segunda-feira, janeiro 10, 2011 at 5:22 pm, filed under cybercultura and tagged consumo, musica eletronica, transporte. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Timelapse videos é o termo usado pra se referir a vídeos feitos com uma câmera num tripé, que filma um longo intervalo de tempo, justamente pra capturar o tempo que passa – mais precisamente as mudanças na cena em questão, em função do tempo. Até pouco tempo atrás o timelapse era uma especialidade fotográfica, fotógrafos tiravam centenas de fotos e faziam uma montagem/animação. Filmar era mais complicado, mesmo as câmeras já sendo digitais, nenhum cartão de memória aguentava tantas horas de vídeo, e nem as câmeras filmavam numa resolução tão boa quanto às das máquinas fotográficas. Mas isso mudou, e continua mudando: com a atual nova geração de maquinas fotográficas que também filmam em HD e com equipamentos feitos especialmente pra confecção de timelapses, permitindo esvaziar o cartão de memória da máquina diretamente pro computador, sem que o processo seja interrompido – os timelapses tem se proliferado rapidamente. O cinema e a publicidade têm usado cada vez mais esta técnica, e no Youtube é enorme a quantidade de timelapses amadores. Mike Flores, o cara que fez o vídeo aí de cima, é um profissa, ganha a vida fazendo timelapses, este video é aliás o seu atual portfolio. As cenas noturnas são impressionantes, se brincar dá até vertigem acompanhar – daqui da Terra – nosso movimento de rotação…
This entry was written by , posted on quinta-feira, setembro 23, 2010 at 10:56 am, filed under cybercultura, tecnologia and tagged fotografia, tempo, timelapse. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
This entry was written by , posted on terça-feira, setembro 21, 2010 at 1:03 pm, filed under cybercultura, inspiração and tagged animação, japão. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Money As Debt (“dinheiro enquanto dívida”) é uma animação feita pelo canadense Paul Grignon, que explica de maneira lúdica (e sucinta) as engrenagens do sistema econômico em que vivemos. Como surgiu o dinheiro, o que é exatamente o dinheiro, como funciona o capitalismo e por aí vai. Não se deixe enganar pelo fato de se tratar de um desenho animado: o que ele conta é papo sério e vai te botar pra pensar. No Youtube a versão legendada em português foi dividida em 5 partes, abaixo você vê a primeira, os links para as partes seguintes são parte 2, parte 3, parte 4 e parte 5. No site oficial do vídeo é possível comprar o DVD e dar uma força ao autor.
This entry was written by , posted on sexta-feira, agosto 27, 2010 at 2:25 pm, filed under aldeia global, cybercultura and tagged capitalismo, dinheiro. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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