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It Hurts

A banda inglesa It Hurts, na verdade uma dupla, de Manchester, só vai lancar seu primeiro álbum no fim deste ano e só vai estourar no mundo inteiro ao longo do ano que vem. Mas que tal conhecê-los desde já? Synth-pop da melhor qualidade, bem produzido, estética minuciosamente pensada e executada, estilo, e por aí vai. No início já tinham tinham tudo isso mas a grana era curta, fizeram então essa primeira versão para o clipe. Recentemente conseguiram assinar com um selo, e logo em seguida com a Sony Music, o bom gosto foi então potencializado pela verba, essa nova versão do clipe sendo a prova:

This entry was written by Cid Andrade, posted on quarta-feira, agosto 25, 2010 at 3:22 pm, filed under musica and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Sia bate palma

Sia é uma australiana de trinta e poucos anos que já cantou pra bandas como Zero7 e que já emplacou algumas músicas em séries de TV norte-americanas. Eis que em 2010 ela lança mais um album solo e pronto: durante este mês de julho nenhuma festinha dançante de apartamento será efetivamente legal sem a música “Clap Your Hands”, cujo clipe trago pra vocês. Sia é pura simpatia e esse clipe é puro bom humor.

This entry was written by Cid Andrade, posted on sexta-feira, julho 9, 2010 at 2:13 pm, filed under musica and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Quatro acordes

Nada se perde, nada se cria? Ao longo dos últimos 40 anos, dos Beatles a Lady Gaga, de Beyoncé a Green Day, uma boa parte das música pop ganhou milhares de dólares fazendo músicas com os mesmos 4 acordes, sem que ninguém tenha notado a farsa. Teoria do complô? A banda humorística australiana “Axis of Awesome” prova que não.

This entry was written by Cid Andrade, posted on terça-feira, maio 4, 2010 at 2:36 pm, filed under musica and tagged . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



futuro do pretérito

Como teria sido o rosto do Michael Jackson caso não tivesse feito as mil e uma plásticas? Em 1985 a revista norte-americana Time fez uma matéria sobre “qual será a cara das estrelas da música e do cinema no ano 2000″. A matéria surfava na (primeira) onda das simulações de envelhecimento feitas por computador, os primórdios do Photoshop. Uma dessas estrelas da matéria era Michael Jackson, que na época tinha vinte e poucos anos e que, já com quarenta anos no ano 2000 imaginado pela revista, pareceria com isso aqui.

This entry was written by Cid Andrade, posted on segunda-feira, maio 3, 2010 at 7:07 pm, filed under cybercultura, musica and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Uma coisa boa talvez funcione

Não tinham dito que o rock tinha morrido? Que a música eletrônica teria tomado seu lugar nos iPods – e corações – da juventude de hoje? O fim das jóias musicais feitas pura e simplesmente de guitarra, baixo e bateria. Mas…. onde termina o rock e onde começa a música eletrônica? Difícil dizer. Pois em todo canto do mundo, e especialmente no Reino Unido (pra variar!) pérolas rock continuam sendo produzidas, rock de hoje, melhor do que nunca. Two Door Cinema Club é uma banda irlandesa de rock, que começou apostando na trinca guitarra, baixo e bateria….. eletrônica. Deu muito certo, assinaram com um selo e acabaram de lançar o primeiro disco, chamado “Tourist History”. Enquanto isso o guitarrista resolveu começar a tocar bateria acústica em algumas das músicas, no que o vocalista assumiu também a guitarra. Tem regra? Contanto que a música seja boa, tá valendo. E como diz o nome dessa música, uma das melhores do disco aliás, “Something good can work”, e eles são a prova viva disso. Em breve nas festinhas de apartamento mais próximas de você.

This entry was written by Cid Andrade, posted on sábado, maio 1, 2010 at 5:37 pm, filed under musica and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Reis da conveniência

Já ouviu falar da dupla norueguesa Kings of Convenience? Pois já tá passando da hora. Ouça e aprenda a dançar com o vocalista  Erlen Oye…

This entry was written by Cid Andrade, posted on quinta-feira, fevereiro 11, 2010 at 1:39 pm, filed under musica and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Música com DNA

E se fossse possível misturar algumas informações no áudio de um MP3, de maneira que não apenas o equipamento que esteja tocando o arquivo, mas todo e qualquer equipamento que esteja “escutando” o áudio em questão, consigam decodificar essa informação e usá-la para tornar ainda mais rica e interativa a experiência de se ouvir música? É o que a empresa alemã Bach Technologies resolveu tentar fazer, com seu sistema batizado de Music DNA. Informações como nome da música, do intérprete, do selo ou gravadora, do tom da música, do clima (triste, alegre, melancólico?) ou qualquer outra informação relevante, até mesmo a letra inteira da música em questão, poderão ser codificadas *no* áudio, mais ou menos como a tecnologia da “marca d’água” em arquivos de imagens, em que as informações ficam codificadas no código bruto que diz que pixel vai ser de qual cor. Também como essas marcas d’água, invisíveis ao olho humano mas decodificáveis por softwares, as informações codificadas em forma de MusicDNA serão inaudíveis, mas decodificáveis via software. E qual será a utilidade disso tudo? Impossível de precisar apenas uma, tantas são as perspectivas. Se a música que você estiver ouvindo no seu celular, por exemplo (mais…)

This entry was written by Cid Andrade, posted on sexta-feira, fevereiro 5, 2010 at 4:26 pm, filed under musica, tecnologia and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Lo-Fi-Fnk

Lo-Fi-Fnk é uma dupla vinda da Suécia. É a trilha sonora desta sexta-feira.

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áfrica cyberpunk

Um Sol de rachar, guetos bem pobres e outros de classe média-baixa, tecnologia na base do improviso e do “vâmu tentar fazer alguma coisa com o pouco que a gente tem” e um caldeirão étnico de muitas cores misturadas e mil e uma influências culturais a serem re-processadas à moda local. Eu poderia muito bem estar descrevendo os fatores que possibilitaram o surgimento do funk carioca na segunda metade dos anos 80, mas na verdade estou traçando as origens do zef rap-rave, estilo musical Sul Africano de certa forma primo do nosso funkão. Musicalmente é batidão, rap cantado numa mistura (quase) ininteligível de inglês com afrikander, timbres de música eletrônica européia, suíngue rasteiro de Miami Bass. Esteticamente é uma coisa meio Mad Max, meio anos 80 e 90, meio cyberbunk.

Pra entender tem que ouvir, e uma ótima amostra é o Die Antword. “Ninja” é o nome do vocalista, “Yo-Landi Vi$$er” (que se auto-intitula “fre$h, futuristik rich bitch”) é MC e também vocalista, o trio se completando com o “DJ Hi-Tek”. Os três são brancos, vêm do mesmo subúrbio de classe média-baixa da Cidade do Cabo e se tornaram superstars dos bailes de periferia e festivais musicais Sul Africanos. Por enquanto eles só tem um clipe, pra música “Enter the Ninja”, engraçada e sombria ao mesmo tempo. O vídeo abaixo é uma entrevista/amostra da próxima música/clipe “Beat Boy”, que dá pra ouvir inteira nesse blog aqui, que aliás fica hospedado no Zaire. Se o filme Distric 9 já tinha nos dado em 2009 uma boa noção da atual faceta “megalópole cyberpunk” da Africa do Sul, o Die Antword explica de vez. A meio caminho entre o Ocidente e o Oriente, riqueza e pobreza lado a lado (alguma semelhança com nosso Brasil?) e a tecnologia dando várias reviravoltas por minuto nisso tudo. Não deixe de dar uma olhada no site do trio, cheio de ótimas fotos e, uma vez no site, não deixe de clicar no item “secret chamber” do menu, que te leva pra uma espécie de quarto secreto do castelo de Die Antwoord, onde cada rosto te mostrará um video diferente, um mais sinistro do que o outro…

This entry was written by Cid Andrade, posted on quarta-feira, fevereiro 3, 2010 at 3:21 pm, filed under aldeia global, cultura urbana, musica and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Filmando por todos os lados

O caminho natural das coisas: engenheiros, cientistas e inventores se encarregam de fazer a tecnologia avançar cada vez mais; pra que logo em seguida artistas e criativos em geral se apropriem desta nova tecnologia e a usem pra dar forma à novas estéticas e proposições. É o caso por exemplo das câmeras que filmam em 360°, originalmente criadas para serem usadas como câmeras de segurança, capazes de vigiar um ambiente inteiro, monitorando todos os lados ao mesmo tempo – mas que agoram começam a ser usadas para a criação audiovisual, como por exemplo nesse clipe da banda francesa “Merlot”. E os caras foram além: não apenas usaram a câmera 360° – que normalemente é posicionada no alto, pra filmar tudo o que está embaixo dela (que é o caso por exemplo desse clipe do Hot Chip) – mas a usaram com aquele equipamento que prende a câmera ao corpo de quem está filmando, mais ou menos na altura da cintura. O resultado é muito interessante!


This entry was written by Cid Andrade, posted on segunda-feira, fevereiro 1, 2010 at 5:01 pm, filed under inspiração, musica, tecnologia and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



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