A empresa sueca TAT é especialista em criar interfaces para dispositivos eletrônicos: celulares, computadores de mão tipo iPad e seus futuros concorrentes, além de toda sorte de equipamento com tela sensível ao toque. As interfaces que eles desenvolvem/vendem hoje são o resultado de pesquisas e tecnologias criadas nos últimos anos, então é natural que neste exato momento eles já estejam preparando o tipo de interface – para os tipos de equipamento – que usaremos daqui uns anos. No que eles fizeram um vídeo simulando/demonstrando algumas dessas tecnologias (todas equipadas com interfaces TAT é claro). Sensacional esse celular (/computador de mão) que se desdobra (?) aumentado de tamanho (uma tela fininha de meio milimetro com metade dobrada pra dentro do aparelho? Fiquei curioso.) mas essa história de nem poder escovar os dentes sossegado pensando na morte da bezerra e – já no banheiro – ter que ver agenda, notícia, isso e aquilo, tô fora!
This entry was written by , posted on sexta-feira, setembro 3, 2010 at 2:08 pm, filed under inspiração, tecnologia and tagged futuro, interatividade, interface, suécia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Qualquer consumidor que se preze prefere (ou adoraria poder) experimentar um produto antes de comprá-lo. E os apreciadores de cervejas premium não são diferentes. O cara tá na dúvida entre umas três marcas diferentes, toma um golinho de cada uma e finalmente escolhe a que vai beber. O problema é que muitas cervejas premium são bem caras, e pro dono do bar – ou loja – em questão, acaba sendo mó prejú essa história de abrir uma garrafa só pra servir amostras. Foi pensando nisso que a agência de design australiana Jones Chijoff criou o Beer Vault, que é uma espécie de mostruário de cervejas, funcionando ao mesmo tempo como uma publicidade/vitrine pro produto quanto como uma solução pra questão das amostras. O dono do bar/loja abre quantas garrafas quiser de uma determinada marca, despeja o contéudo num dos cilindros e pronto, ali a cerveja ficará conservada por um bom tempo, podendo ser servida facilmente, seja para amostras ou para o consumo propriamente dito. Os cilindros são feitos de um material que filtra os raios ultra-violeta (que contribuem para a deterioração da cerveja), além de manter o líquido gelado e na mesma pressão da garrafa fechada. Chame o gerente do teu bar preferido pruma conversa, saque teu smart phone do bolso, mostre pra ele esse post e comece desde já a campanha pela aquisição de um Beer Vault e a instituição da ‘provinha’ !
This entry was written by , posted on quinta-feira, setembro 2, 2010 at 1:39 pm, filed under tecnologia and tagged cerveja, consumo. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Você já ouviu falar em “matchmoving”? É uma técnica de edição digital de vídeo que torna possível mesclar elementos de computação gráfica a um material filmado, de maneira que as perspectivas e ângulos de um se adaptam perfeitamente ao movimento da câmera e das imagens do outro. O vídeo acima é de autoria do artista gráfico Andreas Heikaus, mais precisamente seu trabalho final pra faculdade de “Applied Science and Art” na universidade de Hannover, Alemanha.
This entry was written by , posted on terça-feira, julho 20, 2010 at 2:29 pm, filed under cybercultura, inspiração, tecnologia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Todo ano cerca de 1,5 milhões de bicicletas são furtadas em todo o mundo. Boa parte dos fabricantes de quadros (de bicicleta, é claro) já imprimem números de série em seus produtos e em alguns países é possível “inscrever” o número da sua bicicleta numa base de dados da polícia, para que depois seja menos difícil (tentatem) localizá-la em caso de roubo – mas enfim, soluções que só funcionam localmente, na jurisprudência da polícia em questão. É aí que entra o site/serviço MyBikeNumber, uma iniciativa alemã que propõe um sistema mundial de registro de bicicletas, uma espécie de número de indentidade único, válido em todo o planeta. É de graça e é possível registrar tanto a bicicleta inteira quanto apenas determinadas peças. O primeiro passo é fornecer o número de série do quadro, que bem ou mal é o “coração” da bicicleta. Em seguida o dono da magrela fornece fotos que são adicionadas ao seu perfil e que vão servir para facilitar a identificação. Já é o suficiente para que o site forneça um código de barras do tipo QR Code que poderá ser adesivado na bicicleta. Em caso de furto o dono da bicicleta pode declará-lo no site, no que seu futuro comprador poderá checar – antes de comprá-la – se a bicicleta em questão na verdade foi roubada de alguém. A partir do momento que todo dono de bicicleta adesivar a sua com um código de barras e todo comprador de bicicleta de segunda mão exigir que ela esteja adesivada, vai ficar bem mais complicado pros ladrões de bicicleta conseguirem desovar o que furtaram.
This entry was written by , posted on terça-feira, julho 13, 2010 at 1:58 pm, filed under aldeia global, tecnologia and tagged bicicleta, QR Code. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Tela touch-screen é coisa do passado, a onda agora é controlar as coisas por telepatia. Ok, a tecnologia ainda está num estágio inicial, mas não é mais coisa de filme de fição científica. Dá pra fazer e já tem gente queimando a mufa pra que em breve seja possível controlar eletro-eletrônicos sem as mãos. Pra quem quiser saber mais a respeito, pesquisem sobre Arduino, uma tecnologia open source criada para ser a interface entre as maquinas e os dispositivos que usamos para controlá-las. Tem sido bastante usada na robótica, procure no Youtube por “arduino” e você vai ver um monte de experimentos interessantes de robôs controlados remotamente. No caso do controle via telepatia, trata-se de um sensor que capta as ondas cerebrais e que transmite – sem fio – a uma interface Arduino plugada num laptop (por exemplo). É o caso da experiência feita por um canadense, que consegue ligar e desligar sua TV usando apenas o pensamento. No video abaixo, um helicóptero de brinquedo controlado também por telepatia:
This entry was written by , posted on quarta-feira, julho 7, 2010 at 12:03 pm, filed under tecnologia and tagged arduino, robotica, telepatia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Quem nunca imaginou, quando criança, que no futuro veríamos carros voando? Pois é, o ano 2000 passou, o século XXI já viu sua primeira década escorrer por entre os dedos e por enquanto nada de carro voador. Mas e se no final das contas o tão esperado carro voador não for exatamente um carro, e sim um novo tipo de máquina? Faz anos que a indústria da aviação tem investido no desenvolvimento de um veículo, dotado de pequenas turbinas, capaz de transportar uma pessoa pelos ares, batizados de ‘jet packs’ – já vistos em um sem número de filmes de ficção científicas e desenhos animados japoneses. Os complicadores sempre foram: a quantidade colossal de combustivel necessaria e o consequente perigo (de explosão) que isso representa (além do peso) e a dificuldade de se construir um veículo pequeno o suficiente pra tornar sua utilização/comercialização viável. Tudo indica que a empresa neo-zelandesa Martin Aircraft está perto de chegar lá: o Martin JetPack não é tão grande/pesado assim, não é tão barulhento assim, e voa que é uma beleza. Os detalhes matadores: como pesa menos de 115Kg ele não requer que seu proprietário tenha um brevê de piloto, então qualquer um pode pilotar; além de que seu motor – que é a grande inovação do Martin JetPack – tem 200 cavalos de potência, consegue subir até 2000 metros de altura e tem um nível de consumo que permite fazer, com um tanque cheio, 50 quilometros em apenas 30 minutos – sendo 100Km/h a velocidade máxima que ele consegue atingir. Ok, custa caro (55 mil dólares, o preço de um carro de luxo) mas é bem provável que daqui uns 5 anos, por exemplo, as coisas já terão avançado ao ponto de talvez podermos ter um desses na “garagem”. Quero um pra ir pro trabalho!!! :-)
This entry was written by , posted on sexta-feira, fevereiro 26, 2010 at 1:18 pm, filed under tecnologia and tagged futuro, jetpack, transporte, voar. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

photo credit: Esdras Calderan
E se num futuro próximo, mandar dinheiro ou pagar alguém por um serviço for algo tão simpes e rápido quanto mandar um email ou postar algo no Twitter? Houve uma época em que trocava-se alimentos, tempos depois vieram o sal e as especiarias, depois o papel moeda, e eis que dos anos 50 pra cá o dinheiro tornou-se de plástico, por conta dos onipresentes cartões de crédito e de débito, que ao longo das ultimas décadas foram aos poucos se adaptando à “eletronicalização” do dinheiro. Pois estamos em pleno período de transição rumo à uma nova era, onde os serviços eletrônicos de pagamento vão enfim nos liberar do sistema fechado – e caro – que os bancos e operadoras de cartão de crédito construiram ao longo dos ultimos 60 anos. Sabia que em pleno ano de 2010, ainda leva uns 3 dias pra que uma loja efetivamente receba o dinheiro de quem pagou com cartão? E que essa operação custa caro pro comerciante (até 3% do valor da compra) e pro dono do cartão (já parou pra pensar o quanto você gasta com anuidades e taxas bancárias)? (mais…)
This entry was written by , posted on quarta-feira, fevereiro 24, 2010 at 5:14 pm, filed under tecnologia and tagged dinheiro, economia, paypal. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

A nova onda do momento é juntar os amigos e dar uma zoada no Street View do serviço Google Maps. O street view é um novo recurso, já disponível em dezenas (centenas?) de cidades do mundo, graças ao qual é possível ver imagens do endereço em questão, e mais até do que isso: passear pelas ruas como se você estivesse lá, numa espécie de video game da vida real. Esse sistema de navegação por imagens fotográficas juntadas umas às outras pra possibilitar um efeito de 3D é possível graças a um equipamento fotográfico especial instalado no teto de alguns carros, que em seguida serpenteiam todas as ruas de uma determinada cidade, fotografando tudo e por todos os lados. E é aí que entra o lado divertido da coisa, como o que esses noruegueses da foto acima fizeram. Já tem até um site inteiramente dedicado a colecionar as melhores brincadeiras e/ou cenas inusitadas captadas pelo carro do google.
This entry was written by , posted on quarta-feira, fevereiro 10, 2010 at 4:42 pm, filed under cybercultura, tecnologia and tagged comportamento, google, street view. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

E se fossse possível misturar algumas informações no áudio de um MP3, de maneira que não apenas o equipamento que esteja tocando o arquivo, mas todo e qualquer equipamento que esteja “escutando” o áudio em questão, consigam decodificar essa informação e usá-la para tornar ainda mais rica e interativa a experiência de se ouvir música? É o que a empresa alemã Bach Technologies resolveu tentar fazer, com seu sistema batizado de Music DNA. Informações como nome da música, do intérprete, do selo ou gravadora, do tom da música, do clima (triste, alegre, melancólico?) ou qualquer outra informação relevante, até mesmo a letra inteira da música em questão, poderão ser codificadas *no* áudio, mais ou menos como a tecnologia da “marca d’água” em arquivos de imagens, em que as informações ficam codificadas no código bruto que diz que pixel vai ser de qual cor. Também como essas marcas d’água, invisíveis ao olho humano mas decodificáveis por softwares, as informações codificadas em forma de MusicDNA serão inaudíveis, mas decodificáveis via software. E qual será a utilidade disso tudo? Impossível de precisar apenas uma, tantas são as perspectivas. Se a música que você estiver ouvindo no seu celular, por exemplo (mais…)
This entry was written by , posted on sexta-feira, fevereiro 5, 2010 at 4:26 pm, filed under musica, tecnologia and tagged audio, vigilancia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

Sabia que a cada 4 pessoas do mundo, uma vive sem nenhum acesso à energia elétrica? É isso mesmo, segundo um recente relatório da ONU 25% da população mundial ainda vive sem luz, mais de 200 anos depois da revolução industrial. Nessas comunidades, enquanto solução provisória, o ideal seria ter como “recolher” a energia contida em outras coisas e lugares (energia solar, eólica, hidráulica e por aí vai) mas os equipamentos que tornam isso possível custam caro. Mas… peraí? Em todo e qualquer canto desse mundo, seja rico ou seja pobre (e principalmente nas comunidades mais populares) sempre vai ter um grupo de moleques ou marmanjos improvisando uma pelada, não vai? E pra chutar a bola de um lado pro outro gasta-se energia, né? Não à toa todo mundo volta cansado pra casa. E se a bola fosse mágica e conseguisse armazenar a energia dos chutes, pra que à noite ela fosse usada pra recarregar celulares, manter lampadas acesas e por aí vai? Aposto que deve ter sido mais ou menos esse o raciocínio que levou o grupo de estudantes da Harvard University nos EUA a ter a idéia da Soccket, uma bola de futebol capaz de fazer exatamente isso que eu falei. Mais ou menos no estilo do que a roda de bicicleta Copenhaguen faz. A Soccket ainda tá em desenvolvimento, por enquanto ainda é um protótipo, mas tudo leva a crer que será comercializada em breve. Muito provavelmente vai ser na base do “compre uma e doe outra”, sendo vendida enquanto brinquedo modernoso nos países desenvolvidos, e com isso bancando a distribuição gratuita nos países mais necessitados.
This entry was written by , posted on quinta-feira, fevereiro 4, 2010 at 7:05 pm, filed under aldeia global, tecnologia and tagged desenvolvimento, esporte, meio ambiente. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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