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Achados e perdidos

Esqueceu o guarda-chuva no metrô? Ainda que as chances de encontrá-lo sejam pequenas, não custa nada ir dar uma olhada nos Achados e Perdidos. Mas e se o objeto em questão foi perdido na rua? Como entrar em contato com quem achou (e vice-versa)? Tomara que dê certo a proposta do Findbase, um site finlandês que usa a tecnologia Google Maps pra criar um serviço de achados e perdidos adaptado à nosssa época. O intuito do site é ajudar esquecidos do mundo inteiro a encontrar o que perderam, seja o que for, de guarda-chuva a chaves de carro, de animais de estimação que fugiram a objetos que cairam do bolso dentro do taxi. A coisa funciona assim: quem achou um objeto vai ao site e criar no mapa uma “geotag”, que vai descrever o objeto e marcar o local/data exatos onde ele foi achado. Dá até pra incluir uma foto. Mesma coisa pra quem perdeu: você pode ir no mapa e marcar um anuncio de “procura-se” no local exato onde acha que perdeu.

O Findbase também funciona como intermediário pra quem quiser oferecer uma recompensa a quem encontrar o objeto em questão, sendo que essas transações financeiras acontecem no proprio site, usando um sistema de créditos. E mesmo se não houver recompensa oferecida, ainda assim quem acha sai no lucro: além do prazer de ter ajudado alguém, quem “achou” ganha 5 créditos a cada vez que posta um objeto encontrado. Quem tá procurando, paga 20 créditos (cerca de 1 euro) pra postar o anúncio de “procura-se”. O Findbase tá em versão beta desde maio, e já tem listas de objetos achados em tudo que é canto do mundo.

Este post foi publicado em quinta-feira, julho 15, 2010 às 5:50 pm, na(s) categoria(s) aldeia global, cybercultura e tagueadas com , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Amizade robótica

Vi um trailer que me deixou bastante curioso. Trata-se de um filme espanhol, de ficção científica (o que por si só já é uma surpresa) chamado “Eva“. A história se passa no ano 2041 e é sobre a amizade entre duas meninas, sendo que uma delas é um robô. Estréia em dezembro na Europa, tomara que passe no Brasil!

Este post foi publicado em terça-feira, julho 13, 2010 às 6:07 pm, na(s) categoria(s) cybercultura. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



registro geral de bicicletas

Todo ano cerca de 1,5 milhões de bicicletas são furtadas em todo o mundo. Boa parte dos fabricantes de quadros (de bicicleta, é claro) já imprimem números de série em seus produtos e em alguns países é possível “inscrever” o número da sua bicicleta numa base de dados da polícia, para que depois seja menos difícil (tentatem) localizá-la em caso de roubo – mas enfim, soluções que só funcionam localmente, na jurisprudência da polícia em questão. É aí que entra o site/serviço MyBikeNumber, uma iniciativa alemã que propõe um sistema mundial de registro de bicicletas, uma espécie de número de indentidade único, válido em todo o planeta. É de graça e é possível registrar tanto a bicicleta inteira quanto apenas determinadas peças. O primeiro passo é fornecer o número de série do quadro, que bem ou mal é o “coração” da bicicleta. Em seguida o dono da magrela fornece fotos que são adicionadas ao seu perfil e que vão servir para facilitar a identificação. Já é o suficiente para que o site forneça um código de barras do tipo QR Code que poderá ser adesivado na bicicleta. Em caso de furto o dono da bicicleta pode declará-lo no site, no que seu futuro comprador poderá checar – antes de comprá-la – se a bicicleta em questão na verdade foi roubada de alguém. A partir do momento que todo dono de bicicleta adesivar a sua com um código de barras e todo comprador de bicicleta de segunda mão exigir que ela esteja adesivada, vai ficar bem mais complicado pros ladrões de bicicleta conseguirem desovar o que furtaram.

Este post foi publicado em às 1:58 pm, na(s) categoria(s) aldeia global, tecnologia e tagueadas com , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Sia bate palma

Sia é uma australiana de trinta e poucos anos que já cantou pra bandas como Zero7 e que já emplacou algumas músicas em séries de TV norte-americanas. Eis que em 2010 ela lança mais um album solo e pronto: durante este mês de julho nenhuma festinha dançante de apartamento será efetivamente legal sem a música “Clap Your Hands”, cujo clipe trago pra vocês. Sia é pura simpatia e esse clipe é puro bom humor.

Este post foi publicado em sexta-feira, julho 9, 2010 às 2:13 pm, na(s) categoria(s) musica e tagueadas com , , , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Controlando com o pensamento

Tela touch-screen é coisa do passado, a onda agora é controlar as coisas por telepatia. Ok, a tecnologia ainda está num estágio inicial, mas não é mais coisa de filme de fição científica. Dá pra fazer e já tem gente queimando a mufa pra que em breve seja possível controlar eletro-eletrônicos sem as mãos. Pra quem quiser saber mais a respeito, pesquisem sobre Arduino, uma tecnologia open source criada para ser a interface entre as maquinas e os dispositivos que usamos para controlá-las. Tem sido bastante usada na robótica, procure no Youtube por “arduino” e você vai ver um monte de experimentos interessantes de robôs controlados remotamente. No caso do controle via telepatia, trata-se de um sensor que capta as ondas cerebrais e que transmite – sem fio – a uma interface Arduino plugada num laptop (por exemplo). É o caso da experiência feita por um canadense, que consegue ligar e desligar sua TV usando apenas o pensamento. No video abaixo, um helicóptero de brinquedo controlado também por telepatia:

Este post foi publicado em quarta-feira, julho 7, 2010 às 12:03 pm, na(s) categoria(s) tecnologia e tagueadas com , , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Bebidas relaxantes

Lembra que no final de 2008 eu tinha falado de “desaceleração” aqui no blog? Pois então, a tendência tem ganhado força e se desmembrando em várias outras. Agora não se trata apenas de tentar reduzir um pouco o ritmo desenfreado dessa vida urbana que vivemos – seja voltando a comer com calma e com tempo para apreciar tanto a comida e o momento, seja se engajando politicamente e defendendo a retração do crescimento econômico e industrial. A desaceleração agora está se tornando (caminho natural das coisas) um nicho de mercado, com produtos que de alguma maneira representam a antítese de grandes símbolos do aspecto “artificial” do nosso atual ritmo de vida. É nesse contexto que tem surgido as bebidas calmantes, propondo exatamente o contrário do que o Red Bull promete. Enquanto este último te dá asas, bebidas como Drank e Slow Cow (“Boi manso”, em clara referência ao Red Bull) te dão uma boa relaxada, exatamente como fazia (e ainda faz) a maracujina que nossas avós diziam que nos fariam tomar caso não sossegássemos um pouco. Mas da mesma maneira que a fórmula do Red Bull sempre foi motivo de controvérsia por conta de seus supostos perigos à saúde, essas novas bebidas calmantes já tem gerado polêmica: além do coquetel de extratos de ervas que todos alardeiam, algumas marcas – caso da Slow Cow por exemplo – põe melotonina dentre os ingredientes. É um hormônio, produzido sinteticamente, que tem propriedades relaxantes – assim como a taurina do Red Bull dá um gás. Ou seja, calmantes, ok, mas daí a dizer que são bebidas “naturais” ou benéficas, já são outros quinhentos.

Este post foi publicado em segunda-feira, julho 5, 2010 às 10:07 am, na(s) categoria(s) cultura urbana e tagueadas com , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Quatro acordes

Nada se perde, nada se cria? Ao longo dos últimos 40 anos, dos Beatles a Lady Gaga, de Beyoncé a Green Day, uma boa parte das música pop ganhou milhares de dólares fazendo músicas com os mesmos 4 acordes, sem que ninguém tenha notado a farsa. Teoria do complô? A banda humorística australiana “Axis of Awesome” prova que não.

Este post foi publicado em terça-feira, maio 4, 2010 às 2:36 pm, na(s) categoria(s) musica e tagueadas com . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



futuro do pretérito

Como teria sido o rosto do Michael Jackson caso não tivesse feito as mil e uma plásticas? Em 1985 a revista norte-americana Time fez uma matéria sobre “qual será a cara das estrelas da música e do cinema no ano 2000″. A matéria surfava na (primeira) onda das simulações de envelhecimento feitas por computador, os primórdios do Photoshop. Uma dessas estrelas da matéria era Michael Jackson, que na época tinha vinte e poucos anos e que, já com quarenta anos no ano 2000 imaginado pela revista, pareceria com isso aqui.

Este post foi publicado em segunda-feira, maio 3, 2010 às 7:07 pm, na(s) categoria(s) cybercultura, musica e tagueadas com , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



Uma coisa boa talvez funcione

Não tinham dito que o rock tinha morrido? Que a música eletrônica teria tomado seu lugar nos iPods – e corações – da juventude de hoje? O fim das jóias musicais feitas pura e simplesmente de guitarra, baixo e bateria. Mas…. onde termina o rock e onde começa a música eletrônica? Difícil dizer. Pois em todo canto do mundo, e especialmente no Reino Unido (pra variar!) pérolas rock continuam sendo produzidas, rock de hoje, melhor do que nunca. Two Door Cinema Club é uma banda irlandesa de rock, que começou apostando na trinca guitarra, baixo e bateria….. eletrônica. Deu muito certo, assinaram com um selo e acabaram de lançar o primeiro disco, chamado “Tourist History”. Enquanto isso o guitarrista resolveu começar a tocar bateria acústica em algumas das músicas, no que o vocalista assumiu também a guitarra. Tem regra? Contanto que a música seja boa, tá valendo. E como diz o nome dessa música, uma das melhores do disco aliás, “Something good can work”, e eles são a prova viva disso. Em breve nas festinhas de apartamento mais próximas de você.

Este post foi publicado em sábado, maio 1, 2010 às 5:37 pm, na(s) categoria(s) musica e tagueadas com , , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



dividindo as despesas

Dividir as despesas de uma viagem com amigos, de uma vaquinha pra um presente de casamento ou até mesmo coisas mais sérias tipo todo mundo se cotisar pra ajudar alguém que tá numa pior; pode acabar se tornando uma tarefa complicada. Tá aí a internet pra nos ajudar – inclusive – nisso. Se depender do serviço We Pay, sua proxima vaquinha vai ser descomplicada, com total transparência quanto aos custos e gastos e – principalmente – fácil de organizar.

Este post foi publicado em sexta-feira, abril 30, 2010 às 3:35 pm, na(s) categoria(s) cybercultura e tagueadas com , . Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.



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