Me lembro de, em 2008 eu acho, ter visto na TV as últimas inovações tecnológicas apresentadas na CES (Consumer Electronic Show) em Las Vegas, e uma delas era o monitor flexível, finíssimo, se não me engano desenvolvido pela Samsung. Na hora pensei: “Uau.. esses monitores vão revolucionar o mundo dos smartphones, pois vai ser possível criar um telefone que se abre, e que aberto tem uma tela enorme, dá pra no mínimo dobrar o tamanho dos monitores dos smartphones atuais”. Pelo visto o designer norte-americano Andrew Namminga pensou a mesma coisa, no que criou recentemente (por enquanto apenas um produto “conceitual”) dois exemplos de uso desses monitores flexíveis em celulares: um dobrável, o outro mais parecido com o tamanho dos atuais smart-phones só que ultra-fino.
A parte da frente é o monitor e a de traz é feita de uma espécie de trama de tecido, não é nem plástico nem metal, dá pra dobrar e botar no bolso. Esses monitores ainda não estão sendo adotados maciçamente pela indústria, talvez por conta do preço ainda muito alto, talvez porque ele ainda esteja em desenvolvimento. Mas esses protótipos do Namminga confirmam o óbvio: a indústria já deve estar há alguns anos desenvolvendo projetos que usarão esta tecnologia. Segredos guardados a sete chaves, é claro, como não poderia deixar de ser no bilionário mercado dos smartphones.
Este post foi publicado em terça-feira, junho 21, 2011 às 10:27 am, na(s) categoria(s) tecnologia e tagueadas com celular, telecom. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.
Semana passada falei do Airbus do futuro, no que esta semana a EADS (que é a corporação dona da Airbus aliás) anunciou um novo modelo de avião supersônico, pra substituir o Concorde, que até hoje foi o avião comercial mais rápido da história. A quantidade de anúncios relativos à aeronaves futuristas se deve ao salão da aeronáutica que rola essa semana em Paris, a data mais importante pra essa indústria que tá tentando (e acho que até conseguindo) sair da crise de vez. Pois esse projeto da EADS se chama “Zehst” e não é nem supersônico, é considerado hipersônico, pois não apenas “ultrapassa” a velocidade do som, mas vai BEM mais rápido do que ele: 4800Km/h !!! De Paris até Toquio em 2 horas. E não pára por aí, este avião será totalmente ecologicamente correto: a decolagem será garantida por um motor movido a bio-diesel, feito a base de algas; no que a velocidade de cruzeiro, uma vez que ele terá atingido a estratosfera, será atingida (e mantida) graças a um motor movido a hidrogênio. “Estratosfera????”, talvez você esteja se perguntando. Isso mesmo: o avião deixará a atmosfera, voando praticamente…. no espaço sideral. Quase uma nave espacial. Tem um video bem legal no site da EADS. A previsão é que esteja voando já em 2050.
Em pleno século XXI, a revolução informática já tendo mudado de vez nossas vidas, ainda temos que “assinar” documentos à caneta, ou seja, imprimir, assinar, pra depois ter que escanear e mandar de volta. Saco, né? Foi pensando nisso que a empresa inglesa SoftSign desenvolveu uma aplicação pra smartphones e tablets que torna possível “assinarmos” documentos em PDF usando a ponta dos dedos (ou uma “stylus”, que são essas canetas próprias pra se escrever numa tela sensível ao toque). Até que enfim.
Ontem a Airbus deu algumas pistas sobre como a empresa vê – e já está projetando – os aviões do futuro. Por enquanto são apenas imagens de computação gráfica e um vídeo, nada de protótipo ou maquete, mas já dá pra ter uma boa noção das modernidades com as quais os passageiros do ano 2050 poderão contar. Você tem até lá pra perder o medo de avião ou de altura, pois a superfície superior da aeronave vai ser quase toda transparente, como se fossem várias pequenas janelas (fixas é claro) montando um quebra-cabeça, tornando possível ter uma visão impressionante do vôo. Além da beleza do céu, do vôo e das paisagens, esse Airbus do futuro promete ser bem diferente do aperto dos aviões de hoje em dia: todas as cadeiras serão (bem) reclináveis, haverá uma sala para ficar de papo e esticar as pernas, outras para lazeres eletrônicos (por exemplo uma partida de golfe virtual) e outra para relaxamento, com um ar enriquecido em oxigênio e vitaminas. Mais fotos na continuação do post → (mais…)
Saiu no Lifehacker um artigo sobre como fazer Big Mac em casa, reproduzindo a receita “secreta” do McDonalds (teoricamente) ingrediente por ingrediente!
Este post foi publicado em terça-feira, junho 14, 2011 às 6:50 pm, na(s) categoria(s) destaques. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.
Este post foi publicado em às 3:24 pm, na(s) categoria(s) musica e tagueadas com clipes. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.
Cada vez mais gente no mundo, cada vez menos espaço pra plantar comida pra toda essa gente. No Brasil ainda falta gente pra tanta terra, mas em certos países a densidade demográfica é tão alta que todo e qualquer cantinho é usado pra plantar. Excelente idéia então essa da plantação em espiral, desenvolvida por uma empresa escocesa. O sistema se chama Whirligro : tubos flexiveis feitos de lona, cada um comportando até 3 plantas. Os tubos são encaixados uns nos outros em espiral, em torno de um suporte vertical, que aguenta até 10 tubos, ou seja, 30 plantas – e tudo isso num único metro quadrado de terra!
Quem foi criança nos anos 80 ou 90 se lembra bem dos carrinhos HotWheels, com suas rampas, loops e etc. A marca ainda existe e hoje em dia, além de continuar vendendo os carrinhos miniatura pra crianças, também tem uma linha de réplicas de carros de Fórmula Indy, um pouco maiores (e mais caras) do que as miniaturas, pra um público mais velho. E qual é a melhor campanha publicitária possível pra HotWheels nesses atuais tempos internéticos? Uma que encha os olhos das crianças de hoje em dia e que fascine os adultos que brincaram com as miniaturas e que hoje em dia são o público alvo das réplicas. Construir um “circuito” HotWheels em tamanho natural e fazer um cara bater o recorde mundial de salto (motorizado!) em distância? Só podia ser nos EUA, claro.
Máquina é o nome de uma nova banda carioca, à meio caminho entre rock e eletrônica. A banda é recente, fizeram o primeiro show semana passada, no que aproveitaram pra lançar o clipe de “Vidro”, tão bom quanto à música.
Este post foi publicado em segunda-feira, maio 30, 2011 às 11:33 am, na(s) categoria(s) musica. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.
No Rio de Janeiro, minha cidade natal, faltam praças e espaços públicos destinados ao lazer. Sim, tem as praias e o aterro do Flamengo (que nem são lugares sempre convidativos) mas faltam praças de bairro, perto de onde as pessoas moram, pras crianças brincarem com os vizinhos, enquanto as famílias estão ali de olho e de papo. Buenos Aires também sofre com esse problema, talvez até ainda mais do que o Rio já que não têm praia nem aterro, mas um escritório de arquitetura/design de lá teve uma ótima idéia pra compensar um pouco as coisas: a praça móvel. Um grande furgão carregado com o mobiliário urbano necessário para que, nos finais de semana, uma rua seja fechada para o trânsito e transformada numa “praça”. Idéia tão boa que ganhou recentemente o prêmio Livable Cities Award, promovido pela Philips, que recompensa idéias inovadoras que promovam uma melhoria da qualidade de vida nas cidades. No caso deles foi da Philips que veio o apoio, mas hoje em dia o que não faltaria é empresa topando patrocinar uma empreitada dessas, basta ser bem organizada e planejada. Taí a sugestão pros escritórios de arquitetura/design das grandes cidades brasileiras! Clique na continuação do post pra ver mais imagens → (mais…)
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