Este post foi publicado em segunda-feira, fevereiro 7, 2011 às 6:42 pm, na(s) categoria(s) inspiração e tagueadas com artes plásticas, biologia, fluidos. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.
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O novo clipe de Two Door Cinema Club, uma de minhas atuais bandas de rock preferidas.
Este post foi publicado em terça-feira, janeiro 25, 2011 às 7:00 pm, na(s) categoria(s) musica e tagueadas com clipe, rock, UK, video. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.

Lembra do leite em saquinho, que durou até meados dos anos 90? Lembro bem do leite “Mimo”, detestado por minha mãe, e também do “CCPL”, seu preferido – me lembro também que tinha que ferver porquê se tomasse “cru” era doença na certa, só de catar o saquinho todo melado no refrigerador da padaria já dava nojo. Pois agora tô descobrindo que o problema naquela época era a qualidade do leite, e nem tanto a da embalagem. Acreditam que agora, nestes tempos (um pouco) mais ecologicamente corretos em que vivemos, corre-se o risco de os saquinhos de leite voltarem com força total? Enquanto embalagem, gasta-se 75% menos plastico pra se “ensacar” um litro de leite do que pra fazer uma garrafa de plástico com tampa. É mais barato e ecológico do que a caixinha TetraPak também, que aliás usa papel (ou seja, arvores + muita agua no processo) em sua produção. Tem uma marca inglesa que (re)adotou o saco, sendo que agora a coisa tá mais bem pensada: tem também uma jarra que torna a coisa mais pratica…
Este post foi publicado em terça-feira, janeiro 18, 2011 às 5:30 pm, na(s) categoria(s) inspiração, tecnologia e tagueadas com comida, design, ecologia, reciclagem. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.

Engana-se que pensa que hoje em dia “inevitavelmente, tudo é digital”. Ainda não, e ainda bem! Seria uma pena que a criação ficasse limitada às possibilidades da tecnologia atual, que são muitas, é verdade, mas que nem se comparam à complexidade do que a mente humana é capaz de imaginar. Um belo exemplo é a coleção “Collider Series” do fotógrafo Abigail Reynolds, que trabalha em Londres. São colagens e dobraduras feitas a partir de fotos que ele tirou ao redor do mundo, dando um efeito 3D e uma ‘arquitetura’ toda especial às paisagens, como se o olhar do fotógrafo tivesse sido capaz de tornar realidade naqueles lugares as desconstruções/alterações imaginadas por ele. Veja a coleção (quase) completa ao final deste post: (mais…)
Este post foi publicado em quarta-feira, janeiro 12, 2011 às 11:09 am, na(s) categoria(s) inspiração e tagueadas com 3D, fotografia, UK. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.

Ontem falei sobre a tendência, que continua crescendo, da coletivização do consumo. Consumidores que se mobilizam para – juntos – terem mais poder de barganha frente à quem vende. Continuo vendo coisas interessantes sobre este assunto e hoje falarei sobre o outro lado da moeda: como estes novos consumidores tem se mobilizado. A telefonia móvel tem andado a passos largos rumo aos smartphones, no que as “aplicações” tem transformado de vez o telefone celular num computador de mão, e por consequência revolucionando (novamente) a maneira como as pessoas se comunicam, afinal de contas o potencial ‘comunicador’ de todos terem um computador o tempo todo consigo é enorme – e aí já nem estou falando mais apenas do aspecto ‘consumo’ da coisa, e sim (também) de amigos mantendo contato entre si. A aplicação GroupMe é um bom exemplo: disponível tanto para iPhone quanto para smartphones com Android, ela torna possível a criação – rápida e prática – de uma comunicação coletiva entre amigos, seja via SMS ou via chamada de voz. Funciona da seguinte maneira: você baixa a aplicação, se cadastra, e fornece o número do telefone das pessoas que você quer incluir no seu grupo. O GroupMe em seguida gera um número de telefone que será o número do grupo: se você mandar um SMS presse número, todos do grupo receberão, e se responderem, todos do grupo receberão a resposta. Para as chamdas de voz, mais simples impossível: você liga para o número do grupo e vai chamar em todos os celulares de todos os outros membros deste mesmo grupo, basta que todos ou alguns atendam pra que, pronto, vocês estejam em tele-conferência. A aplicação GroupMe foi feita por uma pequena empresa Nova Iorquina e (por enquanto) é gratuita. Bastante similar à Fast Society, uma aplicação que no entanto só existe para iPhone.
Este post foi publicado em terça-feira, janeiro 11, 2011 às 10:55 am, na(s) categoria(s) cultura urbana, cybercultura, tecnologia e tagueadas com android, app, coletivização, iPhone. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.

Compras em grupo, centralizadas, organizadas e promovidas pelo próprio site que está vendendo o produto, já não são mais uma ‘tendência’; já são uma realidade há alguns anos (ainda que tenham demorado pra pegar no Brasil). Hoje em dia, no universo da compra coletiva, a tendência tem sido o(s) próprio(s) interessado(s) em comprar um determinado produto/serviço correr tomar a iniciativa de propor a venda em grupo à marca, e dependendo do caso ajudar a arregimentar os outros compradores. Soa pouco provável? Mas já está acontecendo. Na Holanda, um DJ de música eletrônica lamentou, via Twitter, que a KLM não tinha um vôo direto para Miami, para que ele pudesse ir ao festival Ultra Music Festival. A equipe da KLM respondeu o Twitter, no que o DJ propôs uma aposta: caso ele conseguisse arrumar 351 pessoas interessadas em ir pra Miami nesse vôo “customizado”, a KLM botaria o avião na pista. A KLM aceitou o páreo e – para a surpresa até mesmo do DJ organizador – em menos de 5 horas o vôo já estava completo, tudo via Twitter. Resultado: não apenas a KLM vai cumprir a promessa e fretar um avião para Miami sem escalas, mas também dará um desconto na passagem para os passageiros deste vôo, já que todos compraram ao mesmo tempo e pagando à vista.
Este post foi publicado em segunda-feira, janeiro 10, 2011 às 5:22 pm, na(s) categoria(s) cybercultura e tagueadas com consumo, musica eletronica, transporte. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.

Durante estes últimos dias vi coisas bem legais de artes plásticas. Ontem postei sobre os quadros um tanto quanto abstratos do Lou Ros, hoje passo adiante as telas hiper-realistas da sueca Linnea Strid. O hiper-realismo é essa técnica de se pintar – é pintura à óleo, não é foto !!! – almejando um realismo quase que fotográfico. As imagens são belas e impressionantes (veja a galeria na continuação do post)… (mais…)
Este post foi publicado em quinta-feira, dezembro 23, 2010 às 4:48 pm, na(s) categoria(s) inspiração e tagueadas com hiperrealismo, pintura, suécia. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.

Gostei dos quadros do pintor francês (contemporâneo, de agora) Lou Ros. Cores fortes, imagens contundentes, botam a gente pra pensar/imaginar. Mais quadros na continuação do post. (mais…)
Este post foi publicado em terça-feira, dezembro 21, 2010 às 2:23 pm, na(s) categoria(s) inspiração e tagueadas com arte, frança, pintura. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.
Uma técnica de filmagem que cria uma “cápsula de tempo”. Na época do filme Matrix, todo mundo ficou de queixo caído na hora em que Neo se inclina para escapar de uma bala e, em câmera lenta, a câmera gira em torno dele, criando uma espécie de efeito em 3 dimensões. Alguns anos se passaram desde que Matrix apresentou oficialmente este efeito ao mundo e hoje em dia já não são mais necessários milhões de dólares para se ter o equipamento necessário – a coisa barateou e alguns milhares já resolvem. Preparem-se então para que a televisão, os clipes musicais e a publicidade comecem a usá-lo – o vídeo acima é um exemplo. Trata-se da mais recente campanha de comunicação da marca de surfwear RipCurl, eles usam o efeito pra dar um “pause” nos melhores momentos das manobras e mostrá-los de outros ângulos. Se quiser ver o making of, tá aqui.
Este post foi publicado em terça-feira, outubro 5, 2010 às 4:47 pm, na(s) categoria(s) tecnologia e tagueadas com esporte, moda, surf, video. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.
Curta-metragem de animação, todo feito a mão, misturando desenhos feitos em papel com outros feitos digitalmente. Dirigido por Malcom Sutherland. Trilha sonora por Alison Melville e Ben Grossman.
Este post foi publicado em terça-feira, setembro 28, 2010 às 12:36 pm, na(s) categoria(s) inspiração e tagueadas com animação, curta metragem. Deixe um comentário e seja avisado sobre novos comentários via o feed RSS deste post.
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