
Nesse mundo onde nada se cria, tudo se copia, nem sempre é fácil descobrir quem sampleou quem, quem lançou primeiro, de onde vem aquele riff que gruda na cabeça e que você sabe que já ouviu em algum lugar (do passado). O que muita gente faz é rumar pra Wikipedia, que pra esse intuito tá longe de ser a fonte de informação ideal: nem sempre músicas soltas tem seu proprio post e mesmo quando se trata de algum sample célébre sampleado por algum famoso, ainda assim é meio complicado, as coisas só são publicadas na Wikipedia se meio mundo valida o conteúdo, e nem sempre o artista que sampleou morre de vontade de abrir o jogo. Nessas horas, o lance é ir direto pro WhoSampled.com! Além de centralizar toda essa informação (fornecida pelos proprios usuarios) de quem surrupiou de quem, dá pra ouvir as musicas em questao, ver videos que mostram o trecho sampleado e – claro que tudo isso teria uma razão de ser – até mesmo comprar as duas faixas/albuns: o sampleado e quem sampleou. O mais legal é poder navegar e ir descobrindo que músicas que a gente sempre acreditou serem puramente originais na verdade são uma colcha de retalhos de samples, e nessa brincadeira (a base de dados do site já contabiliza 100 mil casos de sample!) ir tendo uma boa aula sobre como a tecnologia mudou a música das 3 ultimas décadas…
This entry was written by , posted on quinta-feira, dezembro 3, 2009 at 7:34 pm, filed under musica and tagged colaborativo, sample, serviços. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

O MindMeister é um serviço no minimo inovador: oferece as ferramentas necessárias para “brainstorms coletivos” na Web, seja pra usar no trabalho, com os amigos, seja pra elocubrar com pessoas do outro lado do mundo. Não sei se na pratica vai funcionar, mas a ideia é boa. Como geralmente boas ideias geram outras boas ideias, o site vai acabar sendo também um bom lugar para se “inspirar” e acabar tendo boas ideias para novos negocios e empreendimentos…
This entry was written by , posted on terça-feira, janeiro 20, 2009 at 2:06 pm, filed under aldeia global, cybercultura, inspiração and tagged brainstorm, colaborativo, redes sociais. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
A Electronic Arts, fabricante de jogos para computador e videogames, é uma das empresas mais antenadas do mundo em matéria de comunicação e marketing na Internet, não apenas aproveitando todas as novas possibilidades oferecidas pela grande rede, mas também sabendo como escapar dos « perigos » que a livre troca de informações pode representar para as empresas. Recentemente deram um golpe de mestre, se aproveitando da popularidade de um video que um anônimo postou no YouTube – e que fazia graça de uma falha num dos jogos da empresa – para publicar uma « resposta » genial, também no YouTube (que é o video no topo deste post). Fogo contra fogo. Explico: tudo começou ano passado, quando um jovem norte-americano fã do jogo de golfe Tiger Woods PGA Tour fez um video com um amigo, fazendo gozação em cima de uma falha do jogo graças a qual o jogador consegue ficar andar sobre a água e dar uma tacada numa bola caida no meio de um lago. (mais…)
This entry was written by , posted on segunda-feira, agosto 25, 2008 at 10:58 am, filed under coluna cibermundo, cybercultura and tagged colaborativo, games, publicidade, video, viral. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Você sabia que, meio que na surdina, o Google lançou um concorrente pro Wikipedia? Não só lançou como de quebra está tentando subverter um pouco as regras do jogo. O serviço se chama KNOL e – ao contrário do Wikipedia, onde o conteúdo é efetivamente colaborativo, com todo mundo ajudando a escrever um determinado artigo – todos os textos do Knol são assinados. O conceito do serviço é “partilhe seu conhecimento”, sendo que o detentor do conhecimento em questão poderá ser o “dono” do artigo que ele acabou de propor. É claro que os milhões de internautas do planeta poderão dar pitaco, sugerir correções e conteúdos adicionais; mas caberá ao “dono” do artigo em questão aceitá-los ou não. Algo que pode parecer esquisito à primeira vista – neste momento em que a Internet passa por uma fase em que termos como “colaborativo”, “open source” e “wiki” se tornaram mantras – mas que talvez seja o grande pulo do gato do Google, pois talvez seja graças a esta nova regra que eles consigam se desvencilhar do grande calcanhar de aquiles do Wikipedia: a credibilidade/veracidade de todo aquele mar de informação. Como no Wikipedia todo mundo bota a mão e ninguém assina nada, o risco de que haja uma manipulação da informação ali contida é grande. (mais…)
This entry was written by , posted on quinta-feira, agosto 14, 2008 at 12:34 am, filed under cybercultura and tagged colaborativo, coletivo, google, wikipedia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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