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Viva a provinha!

Qualquer consumidor que se preze prefere (ou adoraria poder) experimentar um produto antes de comprá-lo. E os apreciadores de cervejas premium não são diferentes. O cara tá na dúvida entre umas três marcas diferentes, toma um golinho de cada uma e finalmente escolhe a que vai beber. O problema é que muitas cervejas premium são bem caras, e pro dono do bar – ou loja – em questão, acaba sendo mó prejú essa história de abrir uma garrafa só pra servir amostras. Foi pensando nisso que a agência de design australiana Jones Chijoff criou o Beer Vault, que é uma espécie de mostruário de cervejas, funcionando ao mesmo tempo como uma publicidade/vitrine pro produto quanto como uma solução pra questão das amostras. O dono do bar/loja abre quantas garrafas quiser de uma determinada marca, despeja o contéudo num dos cilindros e pronto, ali a cerveja ficará conservada por um bom tempo, podendo ser servida facilmente, seja para amostras ou para o consumo propriamente dito. Os cilindros são feitos de um material que filtra os raios ultra-violeta (que contribuem para a deterioração da cerveja), além de manter o líquido gelado e na mesma pressão da garrafa fechada. Chame o gerente do teu bar preferido pruma conversa, saque teu smart phone do bolso, mostre pra ele esse post e comece desde já a campanha pela aquisição de um Beer Vault e a instituição da ‘provinha’ !

This entry was written by Cid Andrade, posted on quinta-feira, setembro 2, 2010 at 1:39 pm, filed under tecnologia and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



química do consumo

A conscientização quanto às questões do meio ambiente – e quanto à nossa própria saúde – deixou de se chamar “ecologia” e de ser um nicho comportamental (o que foi até o meio dos anos 90) pra se tornar um aspecto importante do comportamento urbano de hoje em dia. As pessoas tem prestado cada vez mais atenção ao impacto ambiental do que compram, do lixo que jogam fora, a qualidade e a origem dos alimentos, agrotóxicos, produtos orgânicos e por aí vai. Especificamente sobre os alimentos, existe uma demanda cada vez maior por parte dos consumidores por saber mais sobre como foi feito, com que ingredientes, se são orgânicos ou não, se são transgênicos ou não, enfim, queremos saber exatamente o que estamos ingerindo. O mercado já percebeu esta demanda e aos poucos vai adaptando seus produtos (ou criando outros inteiramente novos) a esse novo consumidor ávido por informação. O que acaba repercutindo na abordagem, na maneira como alguns produtos se posicionam e/ou são apresentados. Uma tendência que tem crescido bastante é a alusão à tabela periódica e seus elementos químicos, que no imaginário do consumidor é o grau máximo de pureza que uma susbtância pode atingir.

A marca norte-americana de vinhos Wines Of Substance (“vinhos de substância”) é um bom exemplo. Criou para suas garrafas uma identidade visual inteiramente inspirada na tabela periódia, onde as primeiras letras do tipo de uva usado para a garrafa em questão são impressas em tamanho garrafal (não resisti ao trocadilho), como se fossem a sigla de um elemento químico. O rótulo do “Merlot”, por exemplo, é “Me”. E a proposta vai bem além do rótulo: há também (mais…)

This entry was written by Cid Andrade, posted on terça-feira, agosto 24, 2010 at 11:17 am, filed under inspiração and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Adidas corre por fora

Quem é bom observador já sabe que o mundo está caminhando a passos largos para um futuro onde boa parte do consumo (muito provavelmente a maior parte, aliás) vai acontecer online, via comércio eletrônico. Supermercados online, lojas de departamento online, sites de leilões e classificados como Mercado Livre e eBay, a Amazon que vende de tudo, enfim, isso já não é mais nenhuma novidade. Também não é novidade o fato de que apesar de toda a empolgação em torno do comércio eletrônico e suas vantagens (principalmente) pra quem vende (menor custo, maior alcance, maiores volumes e por aí vai), profissionais de marketing de marcas de roupas e calçados sabem bem que pra eles é mais complicado: até hoje não inventaram um jeito de proporcionar ao consumidor uma maneira de se experimentar virtualmente o produto em questão. A camisa no site é bonita e tá com um preço bom, mas se você comprá-la e descobrir que ela não cai tão bem assim em você, toda a praticidade do comércio eletrônico começa a ir por água abaixo.

A Adidas é um exemplo de quem percebeu isso e tem algo novo a propor: foi inaugurada em Tóquio a primeira loja Adidas Runbase, onde praticantes de cooper e caminhada podem ir experimentar tênis e roupas esportivas e testá-los em condições reais de uso. Não, não construiram uma pista de cooper dentro da loja, o cara vai, escolhe o tênis que ele quer experimentar, pega ele “emprestado” e vai correr do lado de fora, como faria normalmente. Não à toa, a loja fica no bairro da Praça Imperial, que é um dos lugares mais frequentados pelos esportistas da cidade. A coisa não para por aí: além de testar o material e poder contar com a consultoria dos vendedores (que entendem tanto dos produtos quanto da prática esportiva em si) há 16 chuveiros e 248 armários para alugar, ou seja, a loja passa a ser um lugar prático pra se guardar a mochila enquanto corre, depois tomar um banho, catar a a mochila e ir pro trabalho.

Outras marcas já estão começando a perceber que sim, o comércio eletrônico veio pra ficar, mas que o atendimento personalizado, os conselhos, e toda sorte de serviços adicionais que a compra em uma loja pode proporcionar continuam tendo o seu (alto) valor. Prepare-se para ver marcas (mais…)

This entry was written by Cid Andrade, posted on quinta-feira, agosto 19, 2010 at 10:49 am, filed under cultura urbana and tagged , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



tudo por cinco doletas

Você precisa dar uma olhada no Fiverr! Que idéia genial: um site onde pessoas do mundo inteiro anunciam coisas/serviços que elas topam fornecer por….. 5 dólares. Tem de tudo! De serviços de informática a design gráfico, passando por composição musical, dicas de maquiagem e mais um tanto de propostas inusitadas. O pagamento é adiantado, via Paypal. Se o prestador do serviço dá pra trás ou precisa recusar porquê já recebeu encomendas demais, o site devolve o dinheiro.

This entry was written by Cid Andrade, posted on quarta-feira, abril 28, 2010 at 7:20 pm, filed under aldeia global, cybercultura, inspiração and tagged , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Formas únicas

E fluidas. É a proposta da Fluid Forms, uma loja online onde você pode criar seus próprios objetos de design. É possível por exemplo, com a ajuda de um mapa ‘powered by Google Maps’ escolher uma região qualquer do planeta Terra e tranformar seu relevo num broche, como o da foto abaixo. Ou então numa placa de madeira esculpida com precisão, que poderá servir de travessa para frutas ou simplesmente um belo enfeite. Pode ser o relevo do seu bairro, de seu país, de algum recanto isolado do planeta, enfim, onde te der na telha.  Há também boas idéias para luminárias, e até mesmo um socador de limão para fazer caipirinha, com a certeza de que não haverá outros iguais. Pros que preferem pagar um pouco mais e ter algo original, ou único, é uma boa pedida – e uma ótima idéia para presentear alguém. Entregam no mundo inteiro.

fluid-forms-broche

This entry was written by Cid Andrade, posted on terça-feira, setembro 15, 2009 at 4:24 pm, filed under aldeia global, inspiração and tagged , , , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



O novo consumidor quer saber tudo!

Grocery shoppingA atual economia globalizada tem dado a nós consumidores uma enorme variedade de opções na hora de comprarmos algum produto. Tanto no que diz respeito a possiveis marcas e modelos quanto à escolha da loja ou site onde vamos comprar. Acabou aquela história de ficar namorando um produto na vitrine, olhando de longe e sem saber muitos detalhes sobre ele, para depois ficar na dependência das poucas informações fornecidas pelo vendedor e pronto, já ter que decidir se compra ou não. E eu sempre detestei vendedores que não entendem xongas dos produtos que vendem, infelizmente um espécime até bastante comum no Brasil. Agora compramos online e nos acostumamos a ter acesso à maior quantidade possível de informação sobre o produto em questão, para que a decisão da compra seja a mais consciente possível, com o melhor custo/benefício que pudermos conseguir. Vamos no site das marcas, depois nos foruns e nos sites de opinioes dar uma olhada nos relatos de quem já comprou, por fim a tarefa de pesquisar o melhor preço é feita em segundos por serviços comparadores como BuscaPé ou BondFaro. Ou então, como já acontece em boa parte do mundo, ir direto a algum mega-site de comércio eletrônico como a Amazon – que agrupa centenas de lojas/fornecedores diferentes e vende literalmente de tudo. No entanto, se por um lado todas estas facilidades do comércio eletrônico fazem o consumidor ganhar tempo, comprar melhor e por menos; por outro a relação entre quem vende e quem compra tornou-se extremamente impessoal. (mais…)

This entry was written by Cid Andrade, posted on segunda-feira, setembro 15, 2008 at 10:59 am, filed under coluna cibermundo, cybercultura and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.



Quem conseguir apertar a mão deste vendedor ganha um doce…

Este é o vendedor recém “contratado” pela rede norte-americana Best Buy, e que está em fase de testes na  filial do shopping Mall Of America na cidade de Bloomington (Minnesota). O que até alguns anos atrás era apenas efeito especial made in Hollywood está começando a se tornar realidade.  A tecnologia usada foi batizada de Digital Projection Signage e é fornecida pela vizinha Modernistic. Agora só vão ficar faltando mesmo os carros voadores, ou ao menos o skate flutante de Matin Mc Fly… :-)

This entry was written by Cid Andrade, posted on sexta-feira, agosto 29, 2008 at 4:28 pm, filed under tecnologia and tagged , , . Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.