
photo credit: Esdras Calderan
E se num futuro próximo, mandar dinheiro ou pagar alguém por um serviço for algo tão simpes e rápido quanto mandar um email ou postar algo no Twitter? Houve uma época em que trocava-se alimentos, tempos depois vieram o sal e as especiarias, depois o papel moeda, e eis que dos anos 50 pra cá o dinheiro tornou-se de plástico, por conta dos onipresentes cartões de crédito e de débito, que ao longo das ultimas décadas foram aos poucos se adaptando à “eletronicalização” do dinheiro. Pois estamos em pleno período de transição rumo à uma nova era, onde os serviços eletrônicos de pagamento vão enfim nos liberar do sistema fechado – e caro – que os bancos e operadoras de cartão de crédito construiram ao longo dos ultimos 60 anos. Sabia que em pleno ano de 2010, ainda leva uns 3 dias pra que uma loja efetivamente receba o dinheiro de quem pagou com cartão? E que essa operação custa caro pro comerciante (até 3% do valor da compra) e pro dono do cartão (já parou pra pensar o quanto você gasta com anuidades e taxas bancárias)? (mais…)
This entry was written by , posted on quarta-feira, fevereiro 24, 2010 at 5:14 pm, filed under tecnologia and tagged dinheiro, economia, paypal. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Nada mais comum do que, durante o mês de janeiro, ir à loja trocar algum presente de Natal. Seja por outro tamanho, seja por algo completamente diferente. Não é sempre que tias quarentonas conseguem adivinhar os gostos dos sobrinhos geeks adolescentes. Nos EUA os cheque-presentes sempre foram bastante populares: quem ganha adora, pois poderá escolher o presente – e quem dá não precisa queimar a mufa pra ter alguma idéia genial. Só que agora, com toda essa história de crise, a coisa anda tão preta que até os cheques-presentes estão sendo trocados. É o que propõe o serviço GiftCardRescue, inaugurado nestes tempos de vacas magras: você pode econtrar outras pessoas e trocar seu cheque por algum outro cheque de alguma outra loja – que tal trocar o cheque presente da Meias Lupo por um da Fnac? – ou ainda vender seu cheque presente, trocando-o por dinheiro vivo. Cash. Bufunfa. Um pouquinho menos do que o valor nominal do cheque. Fazer o que? O mar não tá pra peixe..
This entry was written by , posted on segunda-feira, janeiro 19, 2009 at 8:05 pm, filed under cybercultura and tagged crise, economia, EUA, novos negocios, social network. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

photo credit: steveharris
Durante as últimas semanas o mundo viveu a pior crise financeira dos últimos 80 anos, com as bolsas do mundo inteiro oscilando freneticamente, subindo e descendo trocentas vezes durante um mesmo dia. Pra dar uma boa baixada no final das contas. E uma boa subida nestes primeiros dias pós-crise. Agora a poeira está começando a baixar, mas a perspectiva de uma longa recessão se anuncia diante de nossos olhos. O mundo – neste exato momento – está desacelerando, para que consiga se recuperar das feridas e, se for o caso, acelerar novamente daqui alguns anos, muito provavelmente tomando outras direções. Me pergunto então: não seria o momento de aproveitarmos todos o ensejo e desacelerarmos um pouco nossas próprias vidas? A apologia à rapidez, que ditou o ritmo durante os últimos 50 anos com conceitos como “quanto mais rápido melhor” e “tempo é dinheiro”, talvez esteja chegando ao fim. Será que está na hora de pisarmos um pouco no freio? Consumimos as riquezas naturais do planeta numa velocidade muito mais rápida do que aquela com que a Terra consegue renovar seus recursos, temos a impressão de que os dias são curtos demais para darmos conta de tudo o que devemos e queremos fazer, além do fato de que esta revolução tecnologica que estamos vivendo cria muito mais produtos e informação do que realmente conseguimos e/ou precisamos consumir. É então neste contexto que tem ganhado força uma tendência comportamental que vem sendo chamada de “slow”, que em português quer dizer “devagar”, e que é a materialização desta (novamente) atual necessidade de darmos uma desacelerada geral. (mais…)
This entry was written by , posted on segunda-feira, outubro 20, 2008 at 3:23 pm, filed under aldeia global, coluna cibermundo, cultura urbana and tagged calma, crise, design, economia, moda, saúde, slow, slow food. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.

photo credit: Stillframe
É impossível não se impressionar diante de um iPhone. Mesmo os que não são entusiastas da informática e da tecnologia olham espantados para este pequeno aparelho que há poucos anos poderia perfeitamente ter sido o telefone “do futuro” em qualquer filme de ficção científica – e que agora vai passar a fazer parte do nosso dia a dia, em breve oficialmente também no Brasil. Por mais que a tecnologia tenha avançado rapidamente nesta última década, e não apenas nas telecomunicações, foi o iPhone que – no que diz respeito aos objetos que fazem parte do nosso cotidiano – nos deu a impressão de que agora estamos efetivamente no século 21. Neste mundo onde a comunicação e o consumo de informação começam a tomar proporções inéditas, é o telefone da Apple que está marcando a convergência dos celulares, tocadores de música e computadores de mão num único objeto. (mais…)
This entry was written by , posted on segunda-feira, setembro 22, 2008 at 3:10 pm, filed under aldeia global, coluna cibermundo, tecnologia and tagged Apple, Brasil, comportamento, economia, iPhone, social. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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