
Hoje quem passa adiante é meu tio Henrique, irmão de minha mãe, um cara sempre ligado nas (boas) novidades. Voltando de uma viagem à Europa, resolveu registrar o que viu nas imediações do aeroporto de Amsterdã: ” – Essa roda gira a medida que alguem corre sobre ela no seu interior. Está conectada a um gerador de energia e produz eletricidade com esse movimento. Nas duas horas que fiquei no aeroporto esse cara aí ficou correndo o tempo todo (fez um bom exercício) e produziu o equivalente a 20 Euros de eletricidade. O gerador está conectado diretamente em uma linha da empresa de energia elétrica e vende esta energia em tempo real. O que o relógio marcador mostrar é o valor comprado pela empresa e dinheiro disponível. Esse dinheiro estava sendo gerado para ser doado a um hospital em Amsterdam especializado em tratamento de cancer. Qualquer um que tiver coragem e preparo físico pode se inscrever para correr (substitui a academia) e doar a sua energia. Tem tambem algumas bicicletas ergométricas (ao lado) que tambem podem ser usadas do mesmo jeito, é só pedalar e gerar energia. Neste dia a temperatura estava 3 graus e estava uma chuva fina o tempo todo, mas o cara ficou firme lá e correu o tempo todo. Fui embora e ele continuava correndo sem parar. Seria uma boa idéia ter isto em todo lugar por aqui. Já pensou se toda bicleta ergométrica e esteira de academias fosse acopladas a geradores e produzissem energia?”
This entry was written by , posted on quarta-feira, fevereiro 9, 2011 at 6:41 pm, filed under cultura urbana, inspiração, tecnologia and tagged amsterdã, energia, esporte, sustentabilidade. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Será que em breve poderemos comprar nossa própria mini-central nuclear, instalá-la no jardim e gerarmos nossa própria energia durante anos a fio? No que depender da empresa norte-americana Hyperion Power Generation, este não será um futuro distante: nos EUA já é possível encomendar uma, e gerar uma energia elétrica “limpa, segura e 100% livre de efeito estufa”, segundo explica a empresa em seu site. A mini-central, batizada de HPM (Hyperion Power Module) é do tamanho de uma caixa d’agua (cerca de 1,5m de diametro por 3 de altura) e é capaz de alimentar 20.000 residencias norte-americanas, ou seja, muito mais do que isso em outros paises, onde o consumo per-capita é menor do que nos EUA. Cada unidade seria então suficiente para alimentar – sozinho – uma pequena cidade. O preço é bastante salgado, 25 milhões de dolares cada HPM, mas dividindo o valor pela quantidade de familias beneficiadas, o valor por residência já seria bastante competitivo em comparação ao fornecimento tradicional de energia elétrica. Ainda segundo o site da Hyperion, que fica em Santa Fé, no estado do Novo Mexico, esta mini-central nuclear também pode ser usada por industrias, bases militares ou quaisquer lugares ainda não conectados à atual rede elétrica. Afirmam que as primeiras encomendas foram numerosas e que cerca de 100 unidades já foram vendidas. A produção só começará em 2013 e quem encomenda hoje só a receberá em 2014. A previsão é que entre 2013 e 2023 cerca de 4.000 reatores nucleares HPM sejam vendidos em todo o mundo. O HPM usa urânio enriquecido a niveis baixos, contendo menos de 20% de urânio 235, que é o combustivel normalmente usado em centrais nucleares tradicionais. “E como não há nenhuma parte móvel dentro do reator, é impossível que aconteça um acidente como o de Tchernobyl”, tranquiliza John Deal, presidente da Hyperion. (mais…)
This entry was written by , posted on segunda-feira, novembro 24, 2008 at 4:30 pm, filed under tecnologia and tagged energia, energia nuclear, hyperion. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Com o petróleo custando os olhos da cara (e com a previsão para 2015 de atingirmos o limite máximo da produção petroleira) tenho certeza que caros hibridos como o Toyota Prius estarão entre os mais vendidos nos próximos anos. Foi lançado em 1997 somente no Japão, e só chegou à Europa e aos EUA em 2003/2004. Sempre vendeu relativamente bem, mas de um ano pra cá as vendas estão começando a crescer exponencialmente. E as ações da Toyota aumentaram (ainda mais) um tiquinho recentemente, por conta do anuncio de um novo Prius previsto para o ano que vem, trazendo dentre as novidades uma otima sacada: um painel foto-elétrico instalado no teto do carro, que armazenará energia suficiente para o ar-condicionado, vidros elétricos e gadgets eletrônicos do painel.
This entry was written by , posted on segunda-feira, setembro 1, 2008 at 9:19 pm, filed under tecnologia and tagged carros, ecologia, energia, híbrido, petróleo, Sol. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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