
Compras em grupo, centralizadas, organizadas e promovidas pelo próprio site que está vendendo o produto, já não são mais uma ‘tendência’; já são uma realidade há alguns anos (ainda que tenham demorado pra pegar no Brasil). Hoje em dia, no universo da compra coletiva, a tendência tem sido o(s) próprio(s) interessado(s) em comprar um determinado produto/serviço correr tomar a iniciativa de propor a venda em grupo à marca, e dependendo do caso ajudar a arregimentar os outros compradores. Soa pouco provável? Mas já está acontecendo. Na Holanda, um DJ de música eletrônica lamentou, via Twitter, que a KLM não tinha um vôo direto para Miami, para que ele pudesse ir ao festival Ultra Music Festival. A equipe da KLM respondeu o Twitter, no que o DJ propôs uma aposta: caso ele conseguisse arrumar 351 pessoas interessadas em ir pra Miami nesse vôo “customizado”, a KLM botaria o avião na pista. A KLM aceitou o páreo e – para a surpresa até mesmo do DJ organizador – em menos de 5 horas o vôo já estava completo, tudo via Twitter. Resultado: não apenas a KLM vai cumprir a promessa e fretar um avião para Miami sem escalas, mas também dará um desconto na passagem para os passageiros deste vôo, já que todos compraram ao mesmo tempo e pagando à vista.
This entry was written by , posted on segunda-feira, janeiro 10, 2011 at 5:22 pm, filed under cybercultura and tagged consumo, musica eletronica, transporte. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Quem nunca imaginou, quando criança, que no futuro veríamos carros voando? Pois é, o ano 2000 passou, o século XXI já viu sua primeira década escorrer por entre os dedos e por enquanto nada de carro voador. Mas e se no final das contas o tão esperado carro voador não for exatamente um carro, e sim um novo tipo de máquina? Faz anos que a indústria da aviação tem investido no desenvolvimento de um veículo, dotado de pequenas turbinas, capaz de transportar uma pessoa pelos ares, batizados de ‘jet packs’ – já vistos em um sem número de filmes de ficção científicas e desenhos animados japoneses. Os complicadores sempre foram: a quantidade colossal de combustivel necessaria e o consequente perigo (de explosão) que isso representa (além do peso) e a dificuldade de se construir um veículo pequeno o suficiente pra tornar sua utilização/comercialização viável. Tudo indica que a empresa neo-zelandesa Martin Aircraft está perto de chegar lá: o Martin JetPack não é tão grande/pesado assim, não é tão barulhento assim, e voa que é uma beleza. Os detalhes matadores: como pesa menos de 115Kg ele não requer que seu proprietário tenha um brevê de piloto, então qualquer um pode pilotar; além de que seu motor – que é a grande inovação do Martin JetPack – tem 200 cavalos de potência, consegue subir até 2000 metros de altura e tem um nível de consumo que permite fazer, com um tanque cheio, 50 quilometros em apenas 30 minutos – sendo 100Km/h a velocidade máxima que ele consegue atingir. Ok, custa caro (55 mil dólares, o preço de um carro de luxo) mas é bem provável que daqui uns 5 anos, por exemplo, as coisas já terão avançado ao ponto de talvez podermos ter um desses na “garagem”. Quero um pra ir pro trabalho!!! :-)
This entry was written by , posted on sexta-feira, fevereiro 26, 2010 at 1:18 pm, filed under tecnologia and tagged futuro, jetpack, transporte, voar. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
A primeira vista parece até uma roda de bicicleta normal, o centro um pouco protuberante sendo a única eventual pista de que estamos diante de um artefato revolucionário: a roda Copenhaguen, não apenas capaz de guardar uma boa parte da energia produzida pelas pedaladas (pra depois usá-la pra dar um gás nos momentos em que houver necessidade) mas também serve estar em contato com seus amigos, gerenciar os dados relativos ao esforço físico e até mesmo estar informado sobre as condições do trânsito. O tal miolo protuberante nada mais é do que uma central eletrônica, dotada de micro-processadores e da tecnologia KERS (Kinetic Energy Recovery System, “sistema de reserva de energia cinética”), que anos atrás começou a ser usada na Fórmula 1, aliás mudando da água pro vinho a performance dos carros de corrida. No momento em que a bicicleta estiver freando, este sistema conseguirá absorver a energia cinética gerada pela velocidade do movimento, a armazenando numa bateria. Uma (pequeníssima) parte desta energia será usada para alimentar o micro-computador responsável pelas funções de dados (trânsito, conexão internet, etc) e todo o resto poderá ser usado para a tração da própria roda, ajudando o ciclista a subir uma ladeira ou a acelerar quando preciso. É bem provável que tenham batizado a roda de Copenhaguen em referência direta ao recente congresso sobre o meio-ambiente, sem é claro saber que ele seria um grande fracasso. De qualquer forma, trata-se de um projeto promissor, veja esse video do fabricante demonstrando o produto.
This entry was written by , posted on segunda-feira, janeiro 18, 2010 at 12:49 pm, filed under tecnologia and tagged bicicleta, ecologia, esporte, transporte. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
A medida que nas principais metrópoles do mundo aumenta a demanda por alternativas aos automóveis (poluentes, caros e grandes demais), cresce a demanda por transportes públicos mais modernos, sites de organização de carona e – tendência que não pára de crescer – veículos elétricos para transporte de passageiros. Não estou falando de carros elétricos, e sim de novos tipos de veículos urbanos, feitos para transportar duas ou até mesmo uma só pessoa; gastando o mínimo de energia possível. É o caso por exemplo do P.U.M.A (Personal Urban Mobility & Accessibility), anunciado recentemente pelo mesmo fabricante do Segway. O princípio é o mesmo: um veículo que se equilibra (sozinho, aliás) em apenas duas rodas, graças ao centro de gravidade posicionado sob medida para tal. Só que agora os “passageiros” ficam sentados, como se fosse num carro, contando inclusive com uma carenagem que protege do vento e da chuva. Um mini-carro de duas rodas ou uma moto de rodas paralelas, enfim, você entendeu :-) Com a bateria cheia, dá pra fazer uns 50Km a mais ou menos uns 50km/h, ou seja, dá pra ir e voltar do trabalho e recarregar a bateria durante à noite.
Nas cidades onde já tem alguns circulando, os donos tem tido permissão de usá-los tanto nas ruas quanto nas ciclovias (respeitando os limites de velocidade, é claro) ou seja, se a rua estiver muito engarrafada, cortar caminho pela ciclovia torna-se uma opção. Pegar a estrada, no entanto, nem pensar! O P.U.M.A. nessa caso entra no mesmo tipo de legislação das scooters de pequena cilindrada. (…) Já o NMG, é outra história. A proposta é ser pequeno e ecomômico, mas sem deixar de ser um carro. Um triciclo, pra ser mais exato. O design é bem legal, tem um quê de carro esportivo, apesar de só transportar uma pessoa. Isso mesmo, uma única pessoa, com direito a um porta-malas logo atrás da poltrona. Clique em “more” pra ver a continuação do post → (mais…)
This entry was written by , posted on segunda-feira, outubro 19, 2009 at 4:13 pm, filed under cultura urbana, tecnologia and tagged ecologia, meio ambiente, metropole, transporte. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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