
E se fossse possível misturar algumas informações no áudio de um MP3, de maneira que não apenas o equipamento que esteja tocando o arquivo, mas todo e qualquer equipamento que esteja “escutando” o áudio em questão, consigam decodificar essa informação e usá-la para tornar ainda mais rica e interativa a experiência de se ouvir música? É o que a empresa alemã Bach Technologies resolveu tentar fazer, com seu sistema batizado de Music DNA. Informações como nome da música, do intérprete, do selo ou gravadora, do tom da música, do clima (triste, alegre, melancólico?) ou qualquer outra informação relevante, até mesmo a letra inteira da música em questão, poderão ser codificadas *no* áudio, mais ou menos como a tecnologia da “marca d’água” em arquivos de imagens, em que as informações ficam codificadas no código bruto que diz que pixel vai ser de qual cor. Também como essas marcas d’água, invisíveis ao olho humano mas decodificáveis por softwares, as informações codificadas em forma de MusicDNA serão inaudíveis, mas decodificáveis via software. E qual será a utilidade disso tudo? Impossível de precisar apenas uma, tantas são as perspectivas. Se a música que você estiver ouvindo no seu celular, por exemplo (mais…)
This entry was written by , posted on sexta-feira, fevereiro 5, 2010 at 4:26 pm, filed under musica, tecnologia and tagged audio, vigilancia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
Tempos atrás meu amigo Nuno Virgilio me deu a dica do artigo que a Naomi Klein escreveu para a Rolling Stone, e que foi devidamente traduzido e publicado na versão brasileira da revista. Ela conta sobre sua viagem à região chinesa que concentra boa parte do parque industrial de alta tecnologia – e sobretudo denuncia/especula sobre o submundo da vigilância eletrônica e das tecnologias que estão sendo desenvolvidas para que muito em breve a população civil (da China ou de qq outro lugar de cujo o governo tenha interesse por e grana pra bancar) seja monitorada nos minimos movimentos. O artigo é realmente instigante e me fez (re)começar a pesquisar sobre o assunto, no que encontrei um post impressionante em um blog inglês, escrito por um cara aparentemente muito bem informado, pois ele conta seus atuais (enormes) receios quanto às politicas de vigilancia executadas pelo governo inglês nestes ultimos anos, sempre citando matérias publicadas na grande imprensa para complementar/confirmar o que ele conta no blog. Não é de hoje que a Inglaterra é um dos paises do mundo que mais investe em vigilancia eletronica, tanto que Londres é a cidade com a maior quantidade de câmeras vigiando as ruas, em todo o mundo. Mas segundo o que este blogueiro explica, a coisa vai muito mais longe do que isso. Pelo visto o objetivo é que ninguém possa nem mais peidar anonimamente, sem que seja algo monitoravel pela policia ou qq outra instituicao publica. O buraco é tão mais embaixo que ele termina dizendo que se todas as leis e medidas do governo inglês forem aprovadas, ele se manda da Inglaterra antes de 2012, para não estar lá quando “o bicho começar a pegar”. Passei o post pelo tradutor do Google, para acessa-lo basta clicar aqui.
This entry was written by , posted on quarta-feira, outubro 8, 2008 at 7:52 pm, filed under aldeia global, cultura urbana, tecnologia and tagged big brother, comportamento, monitoramento, vigilancia. Leave a comment or view the discussion at the permalink and follow any comments with the RSS feed for this post.
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